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sábado, 17 de setembro de 2011

EU VI: POESIA EM MOVIMENTO

Meus caros,


Temos o prazer de indicar uma ótima reflexão poética transformada em canção. Diante do atual estado de coisas no quadro politico de nossa nação, esta antiga poesia transformada em canção mostra-se uma reflexão necessária.

VÍDEO 2


http://www.youtube.com/watch?v=MtR0R0_0ASo&feature=player_embedded

Letra do Prof. Presbítero UDILSON SOARES RIBEIRO

Música: Lupércio Damasceno

Interpretação: Rosa (voz), Adelino (violão)



VÍDEO 1




http://www.youtube.com/watch?v=-6mYUr30Hz4&feature=related

Letra do Prof. Presbítero UDILSON SOARES RIBEIRO

Música: Lupércio Damasceno

Interpretação: Lupércio Damasceno (voz), [artista não identificado] (violão)


SUB LEGE LIBERTAS

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

HORMÔNIOS CÍVICOS

NOTA - O presente texto foi elaborado em maio/2011 como refutação a passeata e manifestação pública de homossexuais pelas ruas da cidade onde habito. Desde então aguardando o artigo ser publicado em jornal de circulação local, evitei tornar público este texto para não contrapor o princípio de exclusividade da matéria, o que faço agora depois que o referido periódico foi lançado na última semana.


HORMÔNIOS CÍVICOS

A pitoresca cidade de Simão Dias testemunhou no dia do trabalhador um momento de grandeza cívica. Não me refiro aos fiéis cristãos que se dirigiam ordeiramente aos cultos religiosos neste importante dia para a cristandade: o dia da ressurreição do Senhor Jesus Cristo. Aspecto tão ordeiro e salutar que seu valor passa despercebido, como um coração que bate ou uma respiração que ofega, sem ao menos notá-los, se estivermos bem de saúde. Não. Refiro-me à máscula expressão de liberdade ainda existente em nosso país, garantida pelo Estado de Direito que, até então, temos vivenciado. Inclusive na pitoresca cidade do vaqueiro. Liberdade tal que assegura às chamadas minorias o livre direito de constrangerem os valores cristãos da subentendida maioria. Direitos assegurados aos que se entendem desassistidos de leis que lhes promovam a imposição de uma interpretação radicalmente afeminada de nossa Carta Magna.

Hormônios à toda prova, é preciso ser muito macho para empreender tão ouriçado cortejo. Entre tranças, plumas e paetês, homens queriam nos fazer crer que homens não eram, sendo que homens são. E então, onde estaria o problema, nos olhos ou no senso comum? Nos hormônios ou nos neurônios? A civilidade, sempre recatada e prenhe de pudores, nos omite respostas.

Porém, perguntas sinceras carecem de respostas honestas. E elas poderiam vir por meio da lógica formal, fundamentada em três princípios: de identidade, de não-contradição e do terceiro excluído. O princípio de identidade ensina que o que é, é e pronto. Representa-se pelo modelo H=H, logo, H não pode ser M. Suponhamos que a dona Civilidade, prenhe de pudores, dê à luz o primeiro filho. A dra. Lógica, obstetra experiente, diz “Este é H=Homem”, mas a mãe grita do outro lado da cama: “Não. H não é H. H é M. H=Mulher!!”. Quem estaria com a razão?? Por mais que os hormônios da gestação politicamente correta tendam a ludibriar a dona Civilidade, os olhos e o senso comum da dra. Lógica estão certos por estarem em consonância com a natureza da criação. E identidade é um problema básico neste assunto.

Este trauma pós-parto nunca foi esquecido, sobretudo pelo ensino que lhe inculcou sua mãe, dona Civilidade, que fiada em seu nome muitas sandices praticava. Tal ignomínia ficava agravada na escola quando a professora fazia a chamada de aula: A? Presente. B? Presente. C? Presente... Na hora de chamar H ele não queria responder se não lhe chamasse de M. Foi difícil. Até que a professora lhe explicasse o princípio da não-contradição, no qual H=H e nunca pode ser não-H. Porque não-H é outra coisa que H não era. H é H. Nasceu H e há de permanecer H até a morte, quando haverá de prestar contas ao Criador, sobretudo se quiser fingir ser não-H, alterando o modo natural das coisas.

Mas antes de envelhecer para morte, supunhamos o crescimento de H. Emancipado e auto-afirmado, participante ativo das lutas de gênero, percebe-se no espelho da barbearia e pede para si um corte que não condiz com sua masculinidade. O barbeiro, portador de uma moral às antigas, argumenta que não fará tal serviço por ser próprio do gênero feminino, um corte próprio de quem nasceu M. O Sr. H acaba de aprender com o barbeiro o princípio do terceiro excluído, no qual o indivíduo é H ou M, não existindo uma terceira possibilidade, terceira via, terceiro sexo. Como se chama mesmo este princípio? Terceiro excluído. Pronto, tá criado o problema! Minorias ao ataque por se acharem excluídas, e que venha o PLC122/06!!!

Mas se a lógica não servir para argumentar, recorramos à história. Só vale a verdadeira História (note o H), afeita aos fatos e não às ideologias comezinhas dos ditos oprimidos. E façamos um esforço mental hercúleo, como se possível fosse pensar depois de defenestrar a lógica em detrimento da vaidade. Supondo que fosse possível, alistemos algumas das várias e nobres culturas e civilizações que perpetraram algum saber, moral, progresso ou legado glorioso às futuras gerações a despeito de seus cultos fálicos e torpezas carnais...Hummm, vejamos...Pompéia? Não vale. O Vesúvio não deixou. Sodoma? Não vale. O fogo e o enxofre não deixaram. A ilha de Lesbos? Não vale. A boa literatura não permitiu...humm...tá difícil. Já sei: Alexandre o Grande! Não vale. Não resistiu a uma febre tropical; morreu vencido pelo mosquito antes de ver seu império dominado pelos romanos. E os romanos? Ah, sim, os romanos. Também não vale: exemplo de testosterona em marcha, com seus imperadores impudicos, foram vencidos mais por suas próprias degenerescências que por seus inimigos bárbaros. Agostinho estava certo, a cidade dos homens sempre rui ante a perenidade moral da cidade de Deus e seus valores cristãos.

Quem sabe hoje, em tempos tão pós-pós-pós-modernos, os cientistas continuem tentando esforços de embriologia para fazer nascer in vitro sementes da união de semelhantes assexuados. Os segracionistas das teorias eugênicas amariam, pois não precisariam mais recorrer a Robert Malthus para desencorajar o crescimento populacional, em receio da falta de alimentos. Não seria a comida que acabaria, mas as pessoas. Em tempo: adotar criança para gerar cultural sodômica não resolve a equação.

Bem, se a lógica não serve para explicar tamanha civilidade, nem a história, ou sociologia, ou embriologia, ou economia, qual a resposta honesta para os corações sinceros? A resposta está em nos rendermos à viril Verdade. Tem que estar bem seguro de si para ler o que vem abaixo. Você ‘se garante’? Então, leia:

18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; 19 porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. 20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; 21 porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. 22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos 23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. 24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; 25 pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! 26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; 27 semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro. 28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, 29 cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, 30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, 31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia. 32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.
(Apóstolo Paulo escrevendo aos Romanos 1.18-32)


...Arrependei-vos e crede no Evangelho.
(Marcos 1.15)


Rev. Gilmar Araujo Gomes
Teólogo com H
“...porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade.” (2Co 13.8)


Esse texto são concepções pessoais no uso da livre expressão de pensamento que garante o art. 5° da Constituição Federal .
 
 
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CANÇÃO PARA JÓ - Gladir Cabral

https://w.soundcloud.com/player/?visual=true&url=https%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F130150703&show_artwork=true&= FONTE: https://www.youtube.com/watch?v=TuWnsp1GML4