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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A TRISTE MUDANÇA JÁ COMEÇOU


O primeiro ato de Obama como presidente


Chuck Norris

Obama prometeu enfaticamente mais que um ano atrás que “A primeira coisa que farei como presidente é aprovar a Lei de Liberdade de Escolha. Essa é a primeira coisa que farei”. Obama manterá sua palavra?

A Lei de Liberdade de Escolha, ou LLE, é um projeto de lei abrangente que abolirá todas as leis pró-vida nos Estados Unidos, desde leis que ordenam que os pais sejam notificados antes que filhas menores de idade façam aborto em hospitais até leis que proíbem o governo federal de financiar o aborto. A Conferência Nacional dos Bispos dos EUA identificou 13 categorias de leis pró-vida que serão aniquiladas e anuladas pela LLE. Embora a decisão Roe v. Wade — que legalizou o aborto nos EUA em 1973 — tenha entrado na jurisdição dos estados e nossas vidas, até mesmo Roe v. Wade, por exemplo, mostrava certo respeito pelas leis de cada estado e limites reguladores na área médica. A LLE não mostra restrição alguma, mas elimina todas as restrições e escolhas pró-vida.

E por que motivo Obama se comprometeu a aprovar a LLE? Não só porque ele tem o histórico mais ardentemente esquerdista e pró-aborto entre praticamente todos os políticos americanos, mas, conforme ele declarou numa reunião da organização pró-aborto Planned Parenthood durante sua campanha, “é hora de virar a página” para um novo dia em que as opiniões, leis e debates pró-vida acerca do aborto sejam coisa do passado. E se ele e a maioria do Partido Democrático conseguirem fazer o que querem, os Estados Unidos terão esse novo dia, um dia em que mais centenas de milhares de abortos serão realizados anualmente. Eu ainda penso que é totalmente hipócrita que um presidente e um partido político que se orgulham de ajudar e proteger as minorias não incluam entre elas as crianças em gestação.

A luta para aprovar a LLE está sendo travada apesar de uma nova pesquisa nacional revelando que de cada cinco adultos americanos, quatro (82 por cento) querem limitar a legalidade do aborto. De cada três, um (38 por cento) quer limitar o aborto apenas aos casos de estupro, incesto ou para salvar a vida da mãe. De cada três, um (33 por cento) quer também limitar o aborto até os primeiros três meses ou até os primeiros seis meses. Só nove por cento disseram que o aborto deveria ser legal por qualquer motivo por qualquer razão em qualquer momento da gravidez. Essas estatísticas contrastam fortemente com as metas e objetivos da LLE, que encerrará o debate cultural sobre o aborto de um modo sem precedente para impedir qualquer legislação que tente proteger os bebês em gestação.

Quanto à data em que pretendem aprovar a LLE, tenho motivo suficiente para crer que Pelosi e Reed (e talvez o próprio Obama) já tenham feito planos para introduzir e aprovar a LLE com rapidez e em segredo por meio do Congresso mais cedo do que a maioria espera. E eles usarão qualquer meio para distrair a atenção da oposição, até mesmo mimos financeiros pessoais. Creia-me quando digo que estão aguardando o momento preciso em que haverá mínima atenção pública e reação e oposição política.

Com tanto foco e frenesi cercando a ostentação da posse de nosso novo presidente, eles poderiam até mesmo tentar agir no Congresso durante a semana da posse. Alguns relatórios apresentam a posição de que a LLE poderia ser rapidamente reintroduzida no dia 22 de janeiro, no próprio aniversário em que a Suprema Corte legalizou o aborto. Por isso, fique alerta. Mas, por causa da natureza política matreira de publicamente apresentar e aprovar tal projeto de lei abrangente e polêmico como a LLE, creio que o governo de Obama fará tudo o que puder para distrair os conservadores e os evangélicos.

Essas táticas de distração podem até mesmo incluir parcialmente o motivo por que Obama escolheu Rick Warren para orar por sua posse. Quer Warren esteja certo ou errado para essa posição não vem ao caso, à luz da motivação política deles de usar a presença e oração dele. Warren poderia ser usado não só para aplacar os conservadores e evangélicos, mas também para distrair a atenção deles e minimizar a reação deles às iniciativas esquerdistas maiores, como estratégias sorrateiras em prol da LLE. Em resumo, Warren poderia ser uma isca de distração para a proliferação do aborto, principalmente se a aprovação da LLE for iminente.

Os Estados Unidos não precisam “virar a página” nas guerras culturais, como no caso do aborto. Os EUA precisam reabrir as páginas de sua história para as opiniões elevadas de nossos fundadores e para os direitos de todos os seres humanos, conforme estão documentados na Declaração de Independência e nossa Constituição. E precisamos reviver e reincutir esse valor da humanidade de volta na sociedade, em nossos filhos e em nossos netos.

Sob nossa Constituição, o governo federal tem de proteger esse direito à vida. Mas além de defender esse direito humano fundamental, os detalhes e debates das leis que lidam com o aborto devem ficar sob a responsabilidade de cada estado. Apesar de que a Suprema Corte derrubou todas as leis de aborto em cada estado em 1973, e instituiu um direito federal ao aborto completamente inconstitucional, há ainda muito que podemos fazer a nível estadual para proteger a vida humana, promovendo legislação e educação pró-vida. A menos, é claro, que a LLE seja transformada em lei.

Algumas pessoas pensam que depois de 35 anos de incessante controvérsia desde a decisão da Suprema Corte, que é melhor deixar prá lá a “velha” questão do aborto. Mas como meu amigo e escritor Randy Alcorn escreveu em seu livretinho “Why Pro-Life?” [Por que ser pró-vida?]: “O aborto nos colocou numa rota perigosa. Poderemos acordar e abandonar essa rota. Ou poderemos segui-la até o seu fim inescapável — uma sociedade em que os poderosos, para seus interesses próprios, determinam quais seres humanos viverão e quais morrerão”.

Aborto não é sobre o “direito de a mulher escolher”. É sobre um “direito à vida” mais fundamental, que é um dos três especificamente identificados direitos inalienáveis na Declaração de Independência (e na Constituição por meio do Artigo VII e da Declaração de Direitos). E é uma violação do principal propósito do governo: proteger a vida humana inocente.

Thomas Jefferson escreveu em 1809: “O cuidado da vida humana e a felicidade, e não a sua destruição, é o principal e único alvo do bom governo”. Ele, é claro, não estava escrevendo acerca dos EUA de hoje, que tem aborto aprovado e subsidiado pelo Estado, e tem um movimento para promover a matança dos idosos por meio da eutanásia. Mas ele poderia ter escrito. E sua convicção no que deveria ser “o principal e único alvo do bom governo” deveria ainda ser válida — e isso inclui o presidente dos Estados Unidos da América. Mas se o presidente e seu governo não protegerem os direitos dos vivos (até mesmo no útero), então quem fará? Um Congresso de tendência esquerdista?

Todos os políticos que elegemos têm de sustentar o objetivo supremo do governo e se esforçarem para nos levar de volta à visão da humanidade que enfatiza o valor imortal de todo ser humano. Sem isso, nunca poderemos crer que todas as pessoas (inclusive aquelas no útero) são criadas iguais, que elas têm direitos inerentes e inalienáveis e que a proteção desses direitos é “o principal e único alvo do bom governo”.

E, se nossos políticos não protegerem a vida humana em gestação, nó deveremos fazê-lo. Com o Domingo da Santidade da Vida* em 18 de janeiro, com Obama tomando posse em 20 de janeiro, com a Marcha pela Vida anual em Washington DC ocorrendo em 22 de janeiro (no exato aniversário de Roe v. Wade) e com a LLE ameaçando no precipício legislativo do Congresso e da Casa Branca, agora é hora de marchar e agir de novo para defender os bebês em gestação.

Chuck Norris estrelou mais de 20 filmes, inclusive a famosa série “Texas Ranger”. Seu mais recente livro tem o título de “Black Belt Patriotism”. Para conhecer mais sobre a vida e ministério de Chuck Norris, visite seu site oficial: http://www.chucknorris.com

* Como um de seus últimos atos como presidente dos EUA e na iminência de tomar posse um presidente publicamente pró-aborto, George Bush declarou 18 de janeiro de 2009 como Domingo da Santidade da Vida. Para mais informações, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/2009/01/dia-nacional-da-santidade-da-vida.html

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Se a luta for contra o SISTEMA, então pode...

DOIS PRESOS E DUAS MEDIDAS
Análise escrita por Mário Barbosa Villas Boas, em 15/01/2009.

Fonte: http://www.if.org.br/analise.php


Impossível deixar de comparar a atitude do Governo Brasileiro em relação ao italiano Cesare Battisti e a em relação aos pugilistas cubanos que desertaram da delegação de seu país por ocasião dos jogos pan-americanos de 2007. Embora o caso dos cubanos desertores esteja um pouco embotado na curta memória do brasileiro, não há como não fazer a comparação dos dois casos, e indagar porque o preso italiano recebeu uma medida e o preso cubano outra.

Os pugilistas cubanos abandonaram suas delegações sem autorização – e, provavelmente também sem passaporte – e locomoveram-se por território brasileiro até serem encontrados longe do local dos jogos. Foram imediatamente presos e sumariamente extraditados para seus países, com toda a imprensa brasileira acusando-os de terem desertado. Na ocasião este articulista chamou a atenção para o inacreditável absurdo de se usar o termo "deserção" para se referir ao afastamento dos atletas de suas delegações e dos jogos e o termo "extradição" para o repatriamento dos mesmos. Além do repatriamento propriamente dito, uma vez que as autoridades brasileiras sabiam que os mesmos seriam tratados como criminosos em seu país se para lá voltassem sem jamais terem sido formalmente acusados de nada e, muito menos, tido o direito de se defenderem. De nada adiantou. Os desertores foram extraditados e só Deus e as autoridades cubanas sabem que destino tiveram esses atletas e seus familiares após a extradição.

Já Cesare Battisti foi tratado de forma diversa. Sobre ele pesam acusações bastante concretas: quatro homicídios. Formalmente acusado, o italiano foi chamado a defender-se. Se se defendeu bem ou mal, só quem leu os autos do processo poderá dizer. Mas ninguém teve a audácia de propalar que seu direito de defesa não foi respeitado.

Julgado por crime comum – homicídio – foi considerado culpado e condenado à pena que seu país considera adequada para punir este crime. Tendo logrado êxito em fugir para o Brasil, onde o Ministro da Justiça lhe concedeu o status de "refugiado político". Com isso, torna-se quase impossível que o STF defira sua extradição.

Porque foi tão fácil para um homicida reconhecido ter reconhecida sua condição de refugiado político enquanto que dois cidadãos cujo único crime foi afastar-se de sua delegação pan-americana não o conseguiram sendo sumariamente remetidos de volta a seu país onde uma severa punição os aguardava? Somente uma diferença salta aos olhos: a política. No caso dos pugilistas cubanos, seu ato foi considerado como afronta a um regime de esquerda. Já o homicida italiano foi considerado um contestador esquerdista de um regime que, se não pode ser considerado de extrema direita, certamente não pode também ser considerado como socialista. Assim, uma contestação a um regime socialista torna-se por si só um ato criminoso. Já um ato provadamente criminoso ganha rapidamente um indulgente perdão se puder ser considerado uma contestação de cunho socialista a um regime que não tem tal condão.

Conclui-se portanto que, aos olhos do atual regime brasileiro, um ato que possa ser interpretado como crítica a um regime socialista ganha status de crime ainda que, se cometido em circunstâncias que não possa ter aquela interpretação, seja um ato lícito. Já um ato acintosamente criminoso perde esse caráter se cometido como forma de uma crítica de cunho socialista a um regime não socialista. Triste fim para a democracia brasileira...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

ex libris

“Se não experimentamos qualquer perseguição em nossa vida, é melhor revermos nossa declaração de que somos cristãos. Se não sou motivo de ataque do mundo, se não estou causando problemas, se não estou gerando algum tipo de conflito, então, talvez haja alguma coisa seriamente errada. Temos vivido um período bem tolerante no Ocidente em termos de perseguição política ou pública. Isto parece estar mudando. No entanto, onde quer que vivamos uma vida completamente redimida, onde quer que vivamos os princípios da vida do reino, onde quer que sejamos filhos obedientes do reino, vivendo a justiça de Cristo neste mundo, isto será detestável para Satanás. Sempre. Só porque pensamos que a atitude do mundo está mudando, os cristãos podem se orgulhar porque são populares. Em muitos casos, os cristãos são famosos, aceitos, bajulados e formam uma parte de nossa sociedade, sem quaisquer confrontos. Mas a questão não é que o mundo mudou. A questão é que abaixamos o nível do padrão de justiça, e temos pessoas que se dizem cristãs que não vivem uma vida de justiça adequada para oferecer uma definição honesta de Cristianismo – do contrário, os sistemas nos quais estão mergulhados os expulsariam imediatamente. Pensamos que o mundo é apenas mais tolerante, mas o fato é que não podemos levar uma vida de intolerância. Queremos ser conhecidos, famosos, aceitos. No entanto, se vivermos uma vida de retidão de acordo com a vontade de Deus, o mundo só se ressentirá contra nós e nos odiará. Devo acrescentar que isto não significa que todos nós iremos sofrer constantes perseguições durante toda a vida. Cristo está simplesmente dizendo que o mundo escolherá alguns de nós. Todos nós que vivemos em retidão no mundo, em algum momento, iremos experimentar a reprovação da Cruz.

John MacArthur, Jr.
in: O Caminho da Felicidade, ed. Cultura Cristã, p. 17


PARA LEMBRAR

18 Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. 19 Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

ENQUANTO ISSO, NO SUBMUNDO DA FÉ UNIVERSAL...

(clique na imagem para ampliar)

Descobriram a cura da DENGUE.

Um caso de humor ou de polícia???

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

ONDE VAI JOGAR ESSE TIME?


Lula visita Cuba e se reúne com Raul Castro

http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/manchetes_politica_lula_cuba



Lembra-se daquela brincadeira de infância, quando vistos dois figurinos idênticos juntos, e alguém perguntava: “Onde vai jogar esse time?” Pois bem, a pergunta é inevitável ao vermos a foto registrando os líderes latinos encontrando-se engomados de branco debotado. (a dupla repetição é proposital para não destoar com o par afinado acima fotografado).

Quem dera esse time estivesse jogando em favor do solo pátrio. Receio, pelos diversos exemplos anteriores, que não. Firmar acordo bilateral em que o Brasil será sempre o pagador dos custos socializados tem se tornado hábito nesta parte do mundo. Petrobrás, Odebrecht, Embraer, Amazônia, Queiroz Galvão, Itaipu-Furnas, BNDES, citando alguns dos símbolos de nossa grandeza e avanço tecnológico, podem ser listados entre os prejuízos que os amigos hermanos, companheiros de nosso presidente-palanque, eternamente em campanha, raramente em gestão, têm causado à soberania verde e amarela. Bolívia, Venezuela, Equador, Paraguai, enfim, todo mundo que ‘se acha’ tira uma casquinha do Brasil, quebrando acordos, rasgando contratos, reajustando os preços, detendo ilegalmente brasileiros, etc.

Esse time joga com estratégia definida, bem coesa e disposta a vencer o adversário comum: o lema de nossa bandeira ORDEM E PROGRESSO. A cartilha em que rezam e treinam define: Quer ganhar eleição? Quer ganhar o referendum? Quer fazer pose de antiamericano? Ataque o Brasil, afronte o Brasil, zombe do povo brasileiro que o técnico do outro time joga conosco.

Por essas e outras, considero que o reforço recebido por esse time de fanfarrões com a entrada de novo jogador cubano (substituindo o irmão barbudo que saiu para beber água e acabou pendurando as chuteiras), não nos parece que será diferente. É mais um mirando nossa canela. Sabe como é: o Brasil manda dinheiro, tecnologia e progresso...seus parceiros latinos mandam a fatura e gelo, muito gelo.

in loco:

SAIBA MAIS-Questão energética é nó nas reuniões de Lula e Chávez

http://www.estadao.com.br/geral/not_ger250777,0.htm

Hugo Chávez desiste do 'grande gasoduto do Sul'

http://www.estadao.com.br/economia/not_eco250841,0.htm

Dívida do Equador com BNDES supera US$ 460 mi, diz jornal

http://www.estadao.com.br/internacional/not_int260572,0.htm

Lobão não acredita que Equador expulsará Petrobras do país

http://www.estadao.com.br/internacional/not_int260458,0.htm

Evo Morales diz que Petrobras "chantageia" Bolívia

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u107403.shtml

Sem a Petrobras-Bolívia, Brasil vira refém do gás de Evo Morales

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL37645-5602,00.html

Ex-bispo quebra hegemonia política no paraguai e preocupa Brasil

http://portalopa.com/noticia.php?noticia=541

Brasil e Paraguai começam negociações sobre Itaipu

http://www.estadao.com.br/economia/not_eco248757,0.htm

Preço pago ao Paraguai por energia é justo, diz diretor de Itaipu

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG83229-6013,00-PRECO+PAGO+AO+PARAGUAI+POR+ENERGIA+E+JUSTO+DIZ+DIRETOR+DE+ITAIPU.html

Equador 'deplora' reação do Brasil na crise com Odebrecht

http://www.estadao.com.br/geral/not_ger258164,0.htm

Evo rejeita proposta e expulsa Queiroz Galvão da Bolívia

http://www.estadao.com.br/internacional/not_int261912,0.htm

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Coisas Escondidas ? !


No mínimo, vale a pensa conferir de perto, longe da simples dúvida metódica.

Tudo isto somado com a nova geopolítica que se formará entre os países após os acordos resultantes da crise financeira mundial, e teremos a base para o anticristo.

Vejam só:

No endereço abaixo há um interessante audio (de 60 min) do programa de Olavo de Carvalho, filósofo brasileiro, vivendo nos EUA, cristão romanista e direitista confesso, começa o programa pedindo a proteção da virgem, mas intercala sua mensagem com vários palavrões. Apesar disto, segue com uma límpida análise política, apontando as tendências do mundo pós-crise financeira, com destaque para as consequências da eleição na outra América, e as tentativas do islam em tornar-se religião mundial, criminalizando a prática cristã:

http://www.blogtalkradio.com/olavo/2008/10/20/True-Outspeak-2

Lá no final do audio (57 minutos) ele elogia e indica veementemente o livro VERDADE ABSOLUTA, de Nancy Piercey, publicado pela CPAD. Também Já li e vale apenas não só este como E AGORA,COMO VIVEREMOS?, O CRISTÃO NA CULTURA DE HOJE, estes da CPAD. Veja-se também A ALMA DA CIÊNCIA, publicado pela CULTURA CRISTÃ-CASA EDITORA PRESBITERIANA .


Mais uma coisa:

O texto abaixo, publicado no Brasil, está disponível em:
http://www.olavodecarvalho.org/semana/081016jb.html

Um patife notável

Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 16 de outubro de 2008

Como John McCain andasse falando da ligação entre Barack Obama e o terrorista William Ayers, foi imediatamente acusado pela grande mídia de instigar ódio ao candidato democrata e até de expor o pobrezinho a risco de assassinato.

Mas o verdadeiro pecado de McCain é o de ater-se a esse episódio menor e omitir os pontos altos da carreira de um dos patifes mais notáveis de todos os tempos:

1. Os estudos de Obama em Harvard foram pagos por Khalid al-Mansur, agitador racista que prometeu aos brancos americanos “o maior banho de sangue de toda a História” e é representante nos EUA do príncipe saudita Alwaleed bin Talal, que celebrou o 11 de setembro como castigo divino (www.newsmax.com/timmerman/obama_harvard_/2008/09/23/133199.html).

2. Obama, embora o negue com veemência, foi comprovadamente instrutor de ativistas na Association of Community Organizations for Reform Now (Acorn). A principal atividade da Acorn era intimidar bancos para forçá-los a dar empréstimos a seus militantes, em geral insolventes, plantando assim as sementes da crise bancária que eclodiu semanas atrás. A Acorn retribuiu os serviços prestados, distribuindo milhares de títulos de eleitor falsos para fortalecer a votação de Obama (v. www.clevelandleader.com/node/7203, www.lvrj.com/news/30613864.html e http://news.yahoo.com/s/ap/20081009/ap_on_el_ge/voter_fraud).

3. Várias vezes a presidência da República pediu ao Congresso uma lei que parasse a farra dos empréstimos na empresa Fannie Mae. Obama foi contra e já recebeu mais de cem mil dólares de contribuições de Fannie Mae, cujo executivo Franklin Raines, demitido por desvio de verbas, é hoje seu assessor econômico (v. http://nmorton.wordpress.com/2008/09/16/barack-obama-fannie-mae-lobbyists-second-favorite-senator). O deputado obamista Harry Reid diz que mencionar esses fatos é racismo.

4. Entre 2006 e 2007, Obama fez campanha, nos EUA e no Quênia, em favor do candidato presidencial queniano Raila Odinga, e continuou a apoiá-lo mesmo depois que Odinga, derrotado, mandou matar mil de seus adversários e queimar oitocentas igrejas cristãs, pelo menos uma com gente dentro. A sangueira só estancou depois que um acordo nomeou Odinga primeiro-ministro. O repórter do WorldNetDaily, Jerome Corsi, enviado ao Quênia para estudar o episódio, foi preso pela polícia local e forçado a voltar aos EUA (v. www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=77877). Qualquer semelhança com operação-abafa é mera coincidência.

5. A campanha obamista já recebeu mais de três milhões de dólares em contribuições ilegais do exterior (v. http://apnews.myway.com/article/20081008/D93M0K5G0.html). Enquanto McCain publica meticulosamente todas as quantias recebidas, seu adversário não publica nada, nem uma linha.

6. Mas a maior fraude de Obama talvez seja a sua candidatura mesma, que já recolheu 450 milhões de dólares em contribuições, um recorde histórico. Intimado pelo advogado Philip Berg a mostrar o original da sua certidão de nascimento para provar que é cidadão nativo dos EUA (condição sine qua non para poder candidatar-se à presidência), Obama, por duas vezes, preferiu esquivar-se mediante complexos artifícios jurídicos, confirmando indiretamente a suspeita de que não tem mesmo o documento. Para piorar as coisas, o candidato também se omite de mostrar seus registros médicos e seu histórico escolar, enquanto McCain fornece na hora todos os documentos solicitados. Berg, que tem 31 anos de militância democrata e já foi procurador do Estado da Pensilvânia, assegura que a cópia eletrônica da certidão de Obama, reproduzida no site oficial da campanha, é falsa (e aliás parece mesmo). A avó do candidato assegura que ele não nasceu no Havaí como diz, e sim no Quênia, onde ela mora. Vejam tudo na página de Berg, www.obamacrimes.com: 25 milhões de pessoas já viram, e mais dia menos dia o escândalo, trabalhosamente abafado até agora, vai estourar.

Vocês não leram nada disso na Folha, no Estadão e no Globo? Eu também não.





terça-feira, 9 de setembro de 2008

RECOMENDO!!


POSTADO ORIGNALMENTE NO http://www.tempora-mores.blogspot.com/ DIA 04-SET-2008

O Canto do Poeta



Acabo de chegar do lançamento do CD do Stênio Marcius (Auditório Ruy Barbosa – Mackenzie, 03.09.2008), compositor de muitos talentos e cantor de rara amplitude de voz. Conheço o Stênio há vários anos. Primeiro, durante uns três anos, em Manaus. Bem mais novo do que eu, ele foi meu pastor e cuidava com grande carinho tanto do seu rebanho como dos cânticos e hinos cantados na Igreja, muitos de sua autoria. As suas músicas contam e cantam grandes histórias, quer da Bíblia, quer do cotidiano – à luz dos princípios e ensinamentos das Escrituras.

Depois, trilhamos caminhos diferentes e em regiões distantes. Voltamos a nos encontrar algumas vezes em São Paulo. Nos últimos anos acompanhei sua produção de CDs com músicas evangélicas: “O Tapeceiro”, “Estima” e, o recém lançado: “Canções à Meia Noite”. Letras profundas, acordes complexos, teologia destilada em poesia, fontes de reflexão e apreciação pela mão de Deus em nossas vidas: pesando, em correção; agindo, em redenção; resgatando, em salvação; motivando-nos, em adoração.

De várias maneiras – Stênio está pastoreando a muitos pela canção. Talento refinado pela longanimidade e benevolência do Mestre, devolvido ao Autor da Vida em músicas que honram o Nome de Deus.

Se você ainda não conhece o trabalho do Stênio, sugiro que não retarde essa experiência. Mergulhe e nade em largas braçadas em suas poéticas letras (muitas disponíveis
em seu blog - ou em outros sites) e prove o sabor de sua música (algumas disponíveis no site do Bomilcar). Acima de tudo, adquira os seus CD’s – não se arrependerá!






terça-feira, 2 de setembro de 2008

UM MANIFESTO NECESSÁRIO

O texto a seguir foi publicado no Jornal Simãodiense , edição de Julho de 2008.



PREÂMBULO: A vida de todos é regida pelo tipo de teologia que abraça, quer saiba disto ou não. Tal forma de entender a vida precisa assumir o ponto de vista de Deus, sob pena de se experimentar uma vida sem sentido de ser, vazia de significado. O manifesto que segue é concepção pastoral particular à minha ótica, segundo a teologia que abraço e, conforme o título, necessário.
É fato de domínio público que no último dia 12 de julho, em plena praça pública de nossa cidade, dirigentes de uma manifestação objetivando apresentação artística de um cantor evangélico incitaram a multidão presente às vaias em gritos pejorativos dirigidos às autoridades locais deste município, vale dizer, com várias delas presentes ao ato!! Não bastasse ser esta uma atitude em si condenável, ressaltem-se dois agravantes: (1) O depreciador: multidão ‘gospel’ convidada a sair de casa e reunir-se para ‘louvar a Deus’; e (2) o depreciado: autoridade constituída, condutora da municipalidade e os prestadores de serviços públicos e suas concessionárias.

Quanto ao depreciador, convém lembrar aos patrocinadores do movimento ‘gospel’ que o SENHOR Deus, cumprindo promessas de formar uma grande nação, instituiu leis e ordenamentos ao povo em peregrinação no deserto, rumo a uma terra também prometida, e, ironicamente, também uma terra da esperança. O povo de Deus jurou obedecer tais leis, comprometendo-se em aliança com Ele (Êxodo 20.1 a 24.11). Uma leitura atenta nos lembrará da seguinte ordem de Deus: “Não seguirás a multidão para fazeres mal; nem deporás, numa demanda, inclinando-te para a maioria, para torcer o direito.” (Êxodo 23.2). Conquanto as leis bíblicas sirvam, primeiramente, para formar e ordenar aquele povo no deserto, para nós, secundariamente, fica o ensino de não sermos levados por todo tipo de vento, como meninos, e nem sair agitado de um lado e de outro, conduzido “pela artimanha dos homens, pela astúcia com que conduzem ao erro” (Efésios 4.14). As reais intenções dos incitadores Aquele que sonda e pesa os corações saberá julgar (Salmo11.4; Provérbios 24.12).

Quanto aos depreciados: convém lembrar que anarquia nunca foi projeto de Deus para o homem criado à sua imagem e semelhança. Por causa do pecado e rebeldia em que se meteu o ser humano, o SENHOR instituiu normas e ordenamentos para restringir-lhe o mal no coração, conferindo dignidade e responsabilidade àquele que exercer a liderança. Em tudo, Deus está preparando seus filhos para o serviço de Cristo, o único Rei do reis e SENHOR dos Senhores, e a autoridade terrena, temporal, precisa espelhar a grandeza e nobreza do modelo maior, eterno: Jesus Cristo. Se isto não ocorrer, o próprio Deus trata de repreender, corrigir e, se necessário for, destituir. Ao povo cristão cabe: 1. orar pela autoridade (1Timóteo 2.1,2); 2. respeitá-la, reconhecendo-a como Ministro de Deus para fazer o bem, mas, antes de tudo, temendo e obedecendo a Deus (Êxodo 22.28; Provérbios 24.21,22; Eclesiastes 10.20; Romanos 13.1-7; 1Pedro 2.17; Atos 5.29).

Os cristãos precisam louvar a Deus por estarmos sob regime de democracia, onde há liberdade de culto, e os direitos do cidadão são assegurados pelo estado democrático. Compreendendo isto, os descontentes com seus representantes públicos podem protestar no voto e ver respeitada a opinião da maioria, expressa de modo decoroso e honrado. A atitude indevida e vexatória de conduzir maldosamente a multidão às vaias manifestas em praça pública dirigidas às autoridades constituídas, além de infeliz foi desrespeitosa e não pode encontrar apoio nos cristãos bíblicos, os quais devem ser protestantes pelas causas certas, nunca pelo oportunismo hipócrita.

A Igreja do SENHOR nesta cidade precisa recuperar sua dignidade frente aos desafios que o presente século se lhe impõe. Igreja não é balcão de negócios nem moeda de troca em período eleitoral. Os fiéis não devem ser consumidores de uma falsa prosperidade milagrosa, nem audiência cativa para canais de televisão onde os pregadores-show se popularizam. A Igreja de Deus que foi comprada com seu próprio sangue para resgatá-la do pecado, da morte e do mal não deve ficar exposta à ignomínia de seus detratores (Atos 20.28). Enquanto seus líderes julgam que ganhar praças e espaços públicos desta terra seja vantajoso, esquecem-se que nossa luta é nas regiões celestes (Efésios 6.12). Há muito que ninguém mais faz uma marcha por motivos nobres!!

A grandeza desta terra do vaqueiro Simão Dias está na sua esperança religiosa, como disse S. Paulo, “acentuadamente” religiosa (Atos 17.22). Vejam-se as movimentações deste período de julho, a ansiedade nas compras, a reforma das fachadas, a roupa nova já separada, o pretexto para outras festas nada piedosas. Em homenagem a quem, se o altar continua vazio, e ainda permanece a inscrição: AO DEUS DESCONHECIDO??? O vazio é proporcional à carência espiritual desta terra. Sim, a grande e nobre cidade de Simão Dias é carente de Deus, do Deus vivo e verdadeiro, Deus santo, Deus espírito, Deus revelado na pessoa de Seu Filho Jesus, O ÚNICO MEDIADOR [note-se o gênero masculino] entre Deus e os homens (1Tessalonicenses 1.8-10; João 4.24; 1Timóteo 2.5). A vida desta cidade precisa girar em torno de Deus e não de uma ou outra praça. Deus, somente Deus, nenhum(a) outro(a), porque somente nele “vivemos, nos movemos e existimos”!

Vou repetir: é de Deus que esta cidade precisa. “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas. Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais; de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação; para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós; pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração. Sendo, pois, geração de Deus, não devemos pensar que a divindade é semelhante ao ouro, à prata ou à pedra, trabalhados pela arte e imaginação do homem.” (Atos 17.24-29)

Aos que resistem a esta mensagem, é prudente lembrar que este mesmo Deus não leva em conta a suposta ignorância, antes “notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos [: JESUS CRISTO].” (Atos 17.30,31)

É lamentável ver nossa herança protestante reduzida a uma noite de show ‘gospel’ regada a vaias. Custa-me crer que bíblias foram queimadas, telhados quebrados, irmãos perseguidos no passado para termos o sacrossanto direito de nos reunir para o escárnio público.

Ó povo cristão desta terra, manifesto meu desejo que paremos de vaiar e comecemos a pregar, a testemunhar, a protestar biblicamente. Simão Dias precisa de esperança, precisa de Jesus!

Rev. Gilmar Araújo Gomes
Teólogo e Pastor da Igreja Presbiteriana em Simão Dias

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