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sexta-feira, 6 de junho de 2014

ENTENDENDO A INTERNET


Para quem gosta de entender a origem e o desenvolvimento dos processos tecnológicos que nos cercam, acessando o endereço abaixo, encontram-se mapas que explicam a origem e evolução da internet. Muito instrutivo.

http://www.vox.com/a/internet-maps


Fonte: Contribuição do blog do Dr. Antony Muller http://socec.blogspot.com.br/2014/06/entenda-internet.html

segunda-feira, 26 de maio de 2014

SÓ AGRADECER - FATO IMERECEDOR



Que eu não mereço já me disseram as Escrituras, sabem meus amigos, reconhece minha consciência. Mas o final de semana que vivi tende a me iludir do contrário.

As atividades no campo missionário seguem a vapor pleno (e não falo só da 'fumaça' rsrsrs - a turma de 2004 entenderá!). A amada esposa recém-graduada, agora é pós-graduanda pela UFS, sonho antigo se realizando. Filhos tementes a Deus, progredindo na escola, e um deles preparando-se para a faculdade. Sem dúvida, família é bênção e herança do SENHOR, como nos dizem as Escrituras (vide os Salmos 127 e 128; Eclesiastes 9.9), a aliviar as dores quotidianas dos cardos e abrolhos (Gênesis 3.17-19).



SERgipano em pose de fidalgo aos 39 do primeiro tempo
24 de maio de 2014

O sábado começou com pose de fidalgo, antes de sair para a batalha da vida que segue, e terminou com bolo de goiabada e queijo, quem já provou esta arte da D. Lindiana sabe o que é bom!

Entre orações, frases de felicitação e telefonas recebidos, Lindiana resolveu - sem falar comigo, porque sabe que sou arredio a tanto - preparar homenagem na rede azul, o tal facebook. Então, surgiram mais manifestações amoráveis de queridos espalhados mundo afora. Que dizer? O imerecimento é um fato, o constrangimento que o amor manifesto causa me faz entender melhor porque e como ele cobre multidão de pecados (1Pedro 4.8).

Olho em volta e reconheço motivos de gratidão a Deus. 3 deles podem ser admirados abaixo:

Laura - José - Zenas
Como no latim, no hebraico e no grego, dá trabalho no começo, 
mas depois o esforço torna-se satisfação para toda a vida.

No domingo, serviço a Deus em culto comunitário, estudo, ensino e exposição das Escrituras Sagradas. Atividades manhã, tarde e noite. Não, não sou ativista, foi programação atípica, mas se assim ocorreu entendi como mais um presente de Deus. Terminar o Dia do SENHOR pregando Sua Palavra para um grupo novo de 8 pessoas sem confissão cristã, foi a cereja do bolo, o tal de goibada e queijo.

Em casa, fizeram um play list (é assim  que se fala?) de músicas para a mãe. Caiu de tocarem a música 'Comunhão', de Kleber Lucas. Trouxe-nos gratíssimas lembranças de amigos que ficarão em nossos corações para além das intempéries da vida. Quem lê e lembra, entenda!! Ó uma palhinha abaixo:



E o final de semana só terminou depois de fazer mais pose, agora, melhor acompanhado, com aquela que se tornou carne de minha carne.

Padre protestante SERgipano e a honrosa mulher do referido padre
25 de maio de 2014

Enfim, tendo vivido até aqui tudo o que o SENHOR da providência me permitiu, conto os anos passados, aguardo os que virão, e repito as palavras de Hemon: "A nada que não seja oportuno. Se sou jovem, importa atentar não para idade mas para os fatos." (Sófocles, in: Antígona, fragmento 725)

O fato é que, embora imerecedor, sou feliz, com Jesus!


domingo, 18 de maio de 2014

CONSCIÊNCIA CRISTÃ



SOZINHO NA MULTIDÃO 


"Não seguirás a multidão para fazer o mal." (Ex 23.2)




Por volta de 1640, o artista holandês Jan Lievens expressou em xilografia (entalhe na madeira) um retrato marcante da realidade humana, a cena é intitulada “Caim mata Abel”. A paisagem árida imaginada pelo autor permite notar ao fundo os espinhos pontiagudos da dor e da maldição (Gn 3.17,18); a fumaça sobe de um holocausto, lembrando-nos o motivo da inveja do homicida (Gn 4.4,5). A cena transporta o observador para o exato momento do pecado. Abel, já caído sobre seu braço direito, estende o outro braço na direção de Caim, tentando, sem sucesso, impedir o fraticida. O irmão mais velho, contendo a vítima, segurando-a pela vestimenta de peles, ergue com o braço esquerdo o que parece ser uma queixada de animal.

Há alguns dias, a barbárie se manifestou na periferia na cidade paulista de Guarulhos. Ao soar de um falso alarme, dezenas de pessoas avançaram com selvageria sobre uma mulher que chegava da igreja, com bíblia em mãos, e diante de suas filhas. O motivo do ataque? Alguém disse que ela maltratava crianças. A mulher foi espancada até à morte por causa de um falso testemunho.

Semana passada, no estado de Pernambuco, o terror tomou as ruas com a greve dos policiais. Sem a espada da autoridade para contê-los (Rm 13.4), centenas de criminosos assaltaram lojas, saquearam produtos, carregaram roupas, mataram.  

Os exemplos acima têm algo de comum. Eles confirmam a verdade do ensino bíblico sobre o coração humano, que é enganoso e desesperadamente corrupto (Jr 17.9), propenso a furtar, mentir e usar de falsidade para com o próximo (Lv 19.11,16). As Escrituras estão certas: “todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.” (Sl 14.3). Mas, alguém pode perguntar: se todos são assim, por que nem todos estão furtando, mentindo e matando abertamente, diante dos olhos? Então, responderia: Até nas exceções as Escrituras acertaram! O texto de Ex 23.2 em epígrafe registra a solidão e o anonimato como incentivo para o coração depravado do ser humano. Os criminosos em Guarulhos e Recife estavam tão sozinhos quanto Caim. A multidão produz esta falsa sensação de segurança. O indivíduo desaparece na turba. Mesmo dentro da multidão, sozinho para pecar.

A solução para frear os instintos de nosso coração corrupto é o afastar-se da multidão, que sempre tende para o mal, lembrando que “os olhos do SENHOR estão em todo lugar, contemplando os maus e bons.” (Pv 15.3; Sl 11.4,5).



Rev. Gilmar Araujo Gomes, VDM
Pastor


(Mensagem Pastoral para o boletim dominical da Igreja Presbiteriana LUZ do dia 18/maio/2014)

quinta-feira, 24 de abril de 2014

quarta-feira, 2 de abril de 2014

PARA MEMÓRIA



A sequencia a seguir é muito instrutiva para relembrarmos o Contra-Golpe que as Forças Armadas do Brasil impuseram à tentativa de revolução comunista em nossa nação:
1º) uma didática entrevista do jornalista e filósofo Olavo de Carvalho concedida à RADIOVOX
2º) uma video-aula de história apresentada pelo historiador Mauro Abranches, em que os arquivos da KGB são apresentados nos registros do serviço secreto da Tchecoslováquia.
3º) um artigo do Prof. Olavo publicado no Diário do Comércio (http://www.dcomercio.com.br/2014/03/23/a-kgb-no-brasil) com o título A KGB no Brasil
 
O material a seguir confirma a presença comunista em todas as mais importantes instituições brasileiras, antes mesmo da queda de Jango. As suspeitas eram procedentes: já estávamos sendo influenciados pelo comunismo. Portanto, 31 de março de 1964 marca um CONTRA-GOLPE ao que já estava em vigor.



50 ANOS DO CONTRA-GOLPE





O BRASIL NOS ARQUIVOS DE ESPIONAGEM DO BLOCO SOVIÉTICO





A KGB NO BRASIL
Publicado em Domingo, 23 Março 2014 18:57
http://www.dcomercio.com.br/2014/03/23/a-kgb-no-brasil

Quem leu o meu artigo "A história proibida", publicado no último número do Digesto Econômico (http://goo.gl/QKdEya), não deve perder o vídeo "O Brasil nos arquivos de espionagem do bloco soviético" (http://www. youtube.com/watch?v= Dbt1rIg8FbI), que o confirma integralmente com documentos de fonte primária revelados pela primeira vez no mundo.

Os papéis, obtidos diretamente dos arquivos da polícia secreta da antiga Checoslováquia, estavam, desde o fim do regime comunista, guardados no acervo do Instituto para o Estudo dos Regimes Totalitários, na República Checa, onde, com a ajuda de pesquisadores locais, foram encontrados por Mauro Abranches, um tradutor brasileiro que mora na Polônia.

Sem qualquer intenção política, o autor do vídeo se abstém de opinar sobre o conteúdo dos documentos. Apenas os exibe e traduz. Mas eles falam por si, e o que dizem compõe um requisitório devastador contra a pseudo-historiografia, sectária e mendaz, que há décadas intoxica a mentalidade dos brasileiros com uma versão unilateral e deformada de sessenta anos da vida política nacional.

O que caracteriza essa bibliografia, consagrada no mercado editorial, na grande mídia e nos currículos universitários como verdade de evangelho, é a balela pueril de que tudo o que aconteceu na política brasileira, nos anos 60-70 do século 20, foi o conflito entre agentes de uma superpotência imperialista, armados até os dentes, e, do outro lado, um punhado de bravos patriotas minoritários, isolados e entregues praticamente inermes à mercê de um poder tirânico e repressivo.

Quando reconhecem que a luta foi um episódio da Guerra Fria, buscam dar a impressão de que esta se travou entre os americanos e um grupo de brasileirinhos desamparados.O antagonista maior dos EUA, a URSS, desaparece por completo, dando a entender que a ameaça comunista, na época, era um delírio de direitistas paranóicos ou a desculpa esfarrapada dos golpistas para derrubar um governo democraticamente eleito.

Milhares de livros, reportagens, teses universitárias e especiais de TV construíram e defenderam laboriosamente essa versão, que se baseava e se baseia até hoje, essencialmente, em dois pilares: (a) a repetição servil e obstinada do que os serviços secretos soviéticos mandaram dizer; (b) a ocultação sistemática da atuação da KGB e de seus parceiros tchecos no Brasil.

Complementarmente, o papel dos EUA na produção dos acontecimentos aparece monstruosamente ampliado, a despeito do fato de que na época nem mesmo o chefe da KGB no Brasil, Ladislav Bittman, sabia de qualquer agente da CIA lotado no país e até hoje nenhum nome de espião americano comprovadamente associado ao planejamento do golpe de 1964 jamais apareceu. Nem um único sequer.

Em 1985 Bittman publicou o livro de memórias The KGB and Soviet Disinformation ,no qual confessava que a história da participação americana na derrubada de João Goulart fôra inteiramente inventada pelos seus subordinados, na base de documentos forjados.

A "Operação Thomas Mann" ou "Operação Toro", como a chamaram seus criadores, ditou os termos em que a história do golpe deveria ser escrita. Até jornalistas do calibre de um Otto Maria Carpeaux ajudaram a impingi-la ao público. E ainda hoje a vontade de Moscou é obedecida sem discussões por milhares de jornalistas, historiadores e professores neste país.

Não há talvez, na história do mundo, exemplo similar de tão duradoura fidelidade residual às ordens de um regime extinto. Desde 2001 insisto que entrevistar Bittman seria o dever estrito de qualquer historiador ou jornalista que desejasse contar com honestidade a história de 1964, mas, é claro, fui sempre recebido com um silêncio desdenhoso. A hipótese, então, de investigar mais amplamente nos arquivos soviéticos a penetração da KGB no Brasil, essa era repelida como um verdadeiro crime de lesa-pátria.

Mas agora não se trata só da palavra de um agente secreto aposentado ou do clamor de um articulista maluco. São centenas de páginas de um acordo oficial assinado no início dos anos 60 entre a KGB e o serviço secreto checo (STB) para operações no Terceiro Mundo, incluindo o Brasil.

A conclusão é incontornável: enquanto a ação dos serviços secretos americanos nas altas esferas da vida nacional primava pela rarefação ou pela completa ausência, a KGB-STB estava infiltrada e atuante em todos os escalões do poder, incluindo-se aí ministérios, empresas estatais e Forças Armadas, instituições científicas e educacionais e, é claro, grande mídia. A "ameaça comunista" nunca foi um pesadelo de malucos ou uma "teoria da conspiração", mas sim uma presença intrusiva e avassaladora, o mais profundo golpe já desferido na soberania nacional.

Os documentos trazem, junto com o plano, um extenso relato das operações já em curso de realização, com os nomes das entidades infiltradas, das ações aí empreendidas e, melhor que tudo, dos agentes encarregados.O prof. Abranches, com muita razão, pede que esses nomes não sejam ainda denunciados, por ser impossível distinguir, num primeiro momento, quais deles são de agentes profissionais e quais os de pessoas que foram forçadas a colaborar com a polícia secreta mediante chantagem ou ameaça.

Não comentarei, portanto, aqueles que pude ler na tela e reconheci de imediato.

Só digo uma coisa: muitos desses velhos servidores de uma potência genocida ainda estão por aí, brilhando nos jornais e nas cátedras, com as caras mais respeitáveis do mundo, ludibriando diariamente o público brasileiro. "Não existe ex-KGB", ensina Vladimir Putin.


Olavo de Carvalho é jornalista, ensaísta e prof. de Filosofia

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

UMA PROCLAMAÇÃO PARA NOSSOS DIAS

Faço questão de deixar aqui registrado este depoimento do Dr. Marcos Nogueira Eberlin na abertura do I Simpósio Darwinismo Hoje, promovido pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2008

Sua palavra inicial explica a razão pela qual passou a dedicar seus estudos à Teoria do Desenho Inteligente (TDI) / Intelligent Design Theory (IDT), que analisa a complexidade da vida.


http://www.youtube.com/embed/ELGlpWi1vMI?list=UUgXYFVs4ijkNRfmnUKZDnaQ

Como fruto de suas pesquisas, Dr. Eberlin tem produzido o web-book FOMOS PLANEJADOS com substancial material de estudo acessível aos internautas. Os mais argutos podem conferir sua formação aqui: http://www.fomosplanejados.com.br/prof/

Com os vídeos expostos aqui, poderei sempre voltar à observação deles, estando também disponíveis a quem interessar possa. Aqui fica perpetuada esta proclamação necessária para nossos dias, e o SERgipano abre espaço para suas afirmações sobre o que Darwin não viu nem podia ver em seus dias. Espero que hoje queiram ver o que já é possível.

Segue o vídeo completo da noite de abertura

http://www.youtube.com/watch?v=Oa2Jk4yiruY&list=UUgXYFVs4ijkNRfmnUKZDnaQ&feature=share&index=1

Ao Criador da complexidade irredutível, toda glória!

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CANÇÃO PARA JÓ - Gladir Cabral

https://w.soundcloud.com/player/?visual=true&url=https%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F130150703&show_artwork=true&= FONTE: https://www.youtube.com/watch?v=TuWnsp1GML4