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sábado, 21 de fevereiro de 2009

OBAMáscara: a decepção Obama!




















Aproveitando o período do carnaval, que tal falar de máscaras?

Dia 15 de março haverá o lançamento do documentário THE OBAMA DECEPTION: The Mask Comes Off [A DECEPÇÃO OBAMA: A Máscara Retirada], de Alex Jones.

Passada a empolgação messiânica, fruto da mídia submissa, já é possível perceber a grande farsa montada sobre neomessias pagão que toma a frente na trama em prol de um totalitarismo ideológico de pressuposto anticristão.

Depois de esconder que não nasceu nos EUA (condição sine qua non para concorrer nas eleições presidenciais), e de, logo após empossado, injetar recursos públicos no custeio de abortos, evitando apoiar entidades que tenham algum vínculo ou declaração cristã, o documentário anunciado registra como os recursos recém obtidos no Congresso servirão para apoiar as frentes paramilitares (ligas estudantis) que estão sendo treinadas e mentalmente condicionadas; baixar normas de repressão civil e tolher direitos de expressão; retirar verbas das forças armadas, diminuindo seu contingente; expandir o marxismo leninista partilhado pelos tradicionais inimigos dos EUA, juntamente ao islamismo repressor de toda e qualquer forma de liberdade e democracia.

Leia também:
http://www.lvrj.com/news/30613864.html
http://sergipano.blogspot.com/2008/10/coisas-escondidas.html


É teoria da conspiração demais?

Sinceramente, peço a Deus que eu esteja absurdamente errado. Mas...


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

CALVINO 500 (1509-2009) - parte 1

O texto que segue é o conteúdo da Carta de Princípios 2009 da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2009/02/lancada-carta-de-principios-2009-do.html


JOÃO CALVINO E A UNIVERSIDADE
500 anos do Nascimento de João Calvino (1509-2009)



Introdução

Em 2009 comemoram-se os 500 anos do nascimento de João Calvino (1509-2009), um dos principais líderes da Reforma Protestante do século XVI e, certamente, o seu maior expoente em termos de teologia e educação. A Universidade Presbiteriana Mackenzie, sendo uma instituição de ensino confessional presbiteriana, cujas origens se encontram no trabalho de missionários calvinistas no Brasil, saúda a todos e aproveita para destacar, em sua Carta de Princípios 2009, a contribuição deste Reformador para a educação.


Breve Histórico de Calvino


O francês João Calvino nasceu em 1509 em Noyon, na França. As ligações de seu pai com o clero local deram ao menino valiosas oportunidades na área educacional. Frequentou a escola primária e secundária com os sobrinhos do bispo de Noyon e outras crianças de famílias destacadas. No início da adolescência, aos catorze anos, foi estudar em Paris; cursou filosofia e humanidades no Collège de Montaigu, ligado à Universidade daquela cidade.

Sentiu-se atraído pelo humanismo, ou seja, a apreciação pela antiga cultura greco-romana. Dedicou-se ao estudo do latim, do grego, da teologia e dos autores clássicos, além de fazer cursos na área do direito. Através de parentes, amigos e professores, recebeu influências do novo movimento protestante, convertendo-se à fé evangélica por volta de 1533. Dedicou-se, então, ao estudo sistemático e aprofundado da Bíblia, publicando em 1536 a primeira edição de sua obra mais famosa, a Instituição da Religião Cristã, mais conhecida como Institutas. No mesmo ano, passou a residir em Genebra, na Suíça, cidade que recentemente havia abraçado o protestantismo. Após breve permanência ali, viveu por três anos em Estrasburgo (1538-1541), no sul da Alemanha, junto ao reformador Martin Bucer (1491-1551). Nesse período, pastoreou uma igreja constituída basicamente de franceses exilados e, também, lecionou na academia de Johannes Sturm (1507-1589).

Em 1541 regressou a Genebra e ali passou o restante de sua vida. Desenvolveu prodigiosa atividade como líder eclesiástico, pastor, pregador e teólogo. Publicou uma imensa quantidade de escritos na forma de novas edições das Institutas (em latim e francês). A tradução dessa obra para o francês, em 1541, juntamente com outros dos seus muitos e belos escritos, contribuiu para modelar a língua francesa. Calvino também escreveu comentários bíblicos, tratados doutrinários e obras voltadas para a vida interna da Igreja.

Entre seus escritos, temos volumosa correspondência que manteve com um grande número de pessoas ao redor da Europa, desde governantes até pessoas simples. Seu relacionamento com as autoridades de Genebra, de início bastante tenso, passou a ser mais positivo nos anos finais de sua vida.

Em 1559, tornou-se cidadão de Genebra, publicou a edição definitiva das Institutas e fundou a Academia de Genebra, embrião da futura universidade. Faleceu em 1564, aos 55 anos. Alister McGrath demonstrou, em sua biografia sobre Calvino, como o mito de "o grande ditador de Genebra" é enraizado em conceitos populares difundidos especialmente por afirmações sem fatos históricos que as apoiassem, mas que, não obstante, acabaram por moldar a visão de Calvino que hoje prevalece em muitos meios acadêmicos.

No aspecto religioso, Calvino é considerado o pai da tradição protestante reformada, que engloba presbiterianos, congregacionais, uma parte dos batistas e parte do anglicanismo. Seus seguidores ficaram conhecidos, em geral, como reformados.

Um quadro mais próximo aos registros históricos mostra que Calvino era um pastor atencioso, que visitou pacientes terminais de doenças contagiosas no hospital que ele mesmo havia estabelecido, embora fosse advertido dos perigos de contato. Além disso, tomou diversas atitudes que mudaram a vida social da cidade. Foi ele quem instou o conselho municipal de Genebra a afiançar empréstimos a baixos juros para os pobres. Genebra foi o primeiro lugar na Europa a ter leis especiais que proibiam: jogar detritos e lixo nas ruas; fazer fogo ou usar fogão num cômodo sem chaminé; ter uma casa com sacadas ou escadas sem que as mesmas tivessem grades de proteção; alugar uma casa sem o conhecimento da polícia; sendo comerciante, cobrar além do preço permitido ou roubar no peso e, também, estocar mercadorias para fazê-la faltar no mercado e assim encarecê-la (e isso se estendia aos produtores). Assim como Lutero e outros reformadores, ele defendeu a educação universal para todos os habitantes da cidade. É particularmente essa última contribuição de Calvino que queremos enfocar na presente Carta de Princípios.

Calvino e a Educação

Em 1536 Calvino apresentou um plano ao conselho municipal de Genebra que incluía uma escola para todas as crianças, na qual as crianças pobres teriam ensino gratuito. Era a primeira escola primária obrigatória da Europa. Em uma delas as meninas eram incluídas junto com os meninos.

Calvino tinha um alvo muito claro quanto à educação. Ele desejava que os alunos das escolas de Genebra fossem futuros cidadãos da cidade, bem preparados “na linguagem e nas humanidades”, além da formação cristã e bíblica. O currículo que ele ajudou a elaborar tinha ênfase nas artes e nas ciências, além, obviamente, da ênfase nas Escrituras. Conforme nos diz Moore, “O principal propósito da universidade [de Genebra] era eminentemente prático: preparar os jovens para o ministério ou para o serviço no governo.”

Essa preocupação de Calvino com a educação decorria de sua visão cristã de mundo. Entre os pontos de sua teologia que o impulsionavam à missão como educador, havia a concepção do ser humano criado à imagem e semelhança de Deus, conforme análise de Héber Carlos:

Em sua teologia sobre a imagem de Deus no homem, Calvino viu o ser humano como um ser que aprende inerentemente. Deus depositou no ser humano “a semente da religião” e também o deixou exposto à estrutura total do universo criado e à influência das Escrituras. Por causa dessas coisas, qualquer homem podia aprender, desde o mais simples camponês ao indivíduo mais instruído nas artes liberais.

Outro ponto de suas convicções religiosas era o entendimento de que todo conhecimento vem de Deus, quer seja o conhecimento “sagrado” ou o “profano”. Calvino dispunha de uma visão ampla da cultura, entendendo que Deus é Senhor de todas as coisas e, por isso, toda verdade é verdade de Deus. Essa perspectiva amparava-se no conceito da “Graça Comum” ou “Graça Geral” de Deus sobre todos os homens. Ele diz:

... visto que toda verdade procede de Deus, se algum ímpio disser algo verdadeiro, não devemos rejeitá-lo, porquanto o mesmo procede de Deus. Além disso, visto que todas as coisas procedem de Deus, que mal haveria em empregar, para sua glória, tudo quanto pode ser corretamente usado dessa forma?

Calvino defendia que Deus havia agraciado todas as pessoas com inteligência, perspicácia, capacidade de entender e transmitir, indistintamente da sua fé e crença. Assim, desprezar a mente secular era desprezar os dons que Deus havia distribuído no mundo, até mesmo aos incrédulos, mediante a graça comum.

A Academia de Genebra

Não é de estranhar, à luz das convicções teológicas de Calvino, que ele tivesse seu coração voltado para a educação da população de Genebra e da Europa em geral. Desde 1541 encontramos registros da sua preocupação diária em como dar a Genebra uma universidade. Ele desejava criar uma grande universidade, contudo os recursos da República eram pequenos para isso. Assim, ele se limitou à criação da Academia de Genebra (1559)14, que o historiador Charles Bourgeaud (1861-1941), antigo professor da Universidade de Genebra, considerou como “a primeira fortaleza da liberdade nos tempos modernos”.

No currículo, incluía-se o ensino da leitura e da escrita e cursos mais avançados de retórica, música e lógica. Conforme Campos nos diz em sua pesquisa,16 os alunos passavam do alfabeto à leitura do francês fluente, gramática latina e composição em latim, literatura grega, leitura de porções do Novo Testamento grego, juntamente com noções de retórica e dialética, com base nos textos clássicos. Não é sem razão que, diante da sua capacitação no latim, se dizia que meninos de Genebra falavam como os doutores da Sorbonne.

O currículo da Academia enfocava não somente as artes e a teologia, como igualmente as ciências. Na mente do Reformador, não havia conflito entre fé e ciência na universidade. Ao contrário da visão educacional escolástica medieval, Calvino considerava que o estudo da ciência física tinha como propósito descobrir a natureza e seu funcionamento, pois Deus se revelava à humanidade por meio das coisas criadas, da natureza. Estudando o mundo, o ser humano acabaria por conhecer mais a Deus. A Academia veio a se tornar modelo para outras escolas da Europa.

A Reforma e a Educação

Os cristãos reformados, a exemplo de Calvino, dedicaram-se igualmente a promover a educação, as artes e as ciências. Nunca viram a fé cristã como inimiga do avanço do conhecimento científico e do saber humano.

Alister McGrath cita pesquisa feita por Alphonse de Candolle sobre a participação de membros estrangeiros na Academie des Sciences Parisiense, durante o período de 1666 a 1883, os primeiros séculos posteriores à Reforma protestante. Segundo McGrath, Candolle verificou que,

... os protestantes excediam em muito a quantidade de católicos. Tomando como base a população [de Paris], Candolle estimou que 60 por cento dos membros [da Academie] deveriam ter sido católicos, e 40 por cento, protestantes; as quantias reais acabaram por ser de 18,2 por cento e 81,8 por cento, respectivamente. Embora os calvinistas fossem consideravelmente uma minoria, na parte sul dos Países Baixos, durante o século 16, a vasta maioria dos cientistas naturais dessa região foi proveniente desse grupo.

A mesma pesquisa mostrou que, na composição primitiva da Royal Society de Londres, a maioria dos seus membros era composta por reformados. Tanto as ciências físicas quanto as biológicas eram fortemente influenciadas pelos calvinistas durante os séculos XVI e XVII. Todos esses pesquisadores e cientistas, por sua vez, haviam sido influenciados pela Reforma Protestante, especialmente pela obra de João Calvino.

Na área de educação, especificamente, destaca-se a obra de João Amós Comênio, um moraviano que recebeu alguma influência reformada em sua formação. Em 1611 ingressou na Universidade de Herborn, em Nassau, um dos centros de difusão da fé calvinista,19 sendo aluno do teólogo calvinista Johann H. Alsted (1588-1638). Em 1613 foi admitido na Universidade de Heidelberg (Alemanha), onde estudou teologia. Aqui também havia forte influência calvinista. Comênio ficou conhecido por sua obra Didática Magna, publicada há 300 anos. Produziu, além disso, uma obra vastíssima ligada especialmente à educação (mais de 140 tratados). Sua obra Didática Magna é considerada o primeiro tratado sistemático de pedagogia, de didática e de sociologia escolar. Nessa obra, Comenius defende que a educação, para ser completa, deve contemplar três áreas: instrução, virtude e piedade. Sua visão educacional, influenciada pela Reforma, atinge a dimensão intelectual, moral e espiritual do ser humano.

No período que antecedeu a Guerra Civil nos Estados Unidos, os Reformados que para lá tinham ido, partindo da Europa, haviam construído dezenas de colégios e universidades. E isso numa época de poucos recursos financeiros e econômicos.

Não podemos deixar de citar que muitas das maiores e melhores universidades do mundo foram fundadas por Reformados. A Universidade Livre de Amsterdam, por exemplo, uma das melhores do mundo, foi fundada em 1881 pelo reformado holandês Abraão Kuyper, que mais tarde se tornou Primeiro Ministro da Holanda. A princípio, a universidade era aberta somente para os cristãos reformados e era financiada por doações voluntárias. Mais tarde, em 1960, abriu-se ao público em geral e passou a ser financiada como as demais universidades holandesas, embora ainda retenha as suas tradições e valores reformados.

A Universidade de Princeton, também considerada uma das melhores do mundo, foi fundada em 1746 como Colégio de Nova Jersey. Seu fundador foi o Governador Jonathan Belcher, que era congregacional, atendendo ao pedido de homens presbiterianos que queriam promover a educação juntamente com a religião reformada. Atualmente, é reconhecida como uma das mais prestigiadas universidades do mundo, oferecendo diversos graus em graduação e pós-graduação, mais notavelmente o grau de Ph.D.. Está classificada como a melhor em muitas áreas, incluindo matemática, física e astronomia, economia, história e filosofia.

A conhecida Universidade de Harvard foi fundada em 1643 pelos reformados, apenas seis anos após a chegada deles na baía de Massachussets, nos Estados Unidos. Sua declaração da missão e do propósito da educação, sobre a qual Harvard foi erigida, foi redigida da seguinte maneira:

Cada estudante deve ser simplesmente instruído e intensamente impelido a considerar corretamente que o propósito principal de sua vida e de seus estudos é conhecer a Deus e a Jesus Cristo, que é a vida eterna, (João 17.3); consequentemente, colocar a Cristo na base é o único alicerce do conhecimento sadio e do aprendizado.

A Universidade de Yale, uma das mais antigas universidades dos Estados Unidos, foi fundada na década de 1640 por pastores reformados da recém formada colônia, que queriam preservar a tradição da educação cristã da Europa. Essa é a universidade americana que mais formou presidentes dos Estados Unidos. Em seu alvará de funcionamento concedido em 1701 se diz:

...que [nessa escola] os jovens sejam instruídos nas artes e nas ciências, e que através das bênçãos do Todo-Poderoso sejam capacitados para o serviço público, tanto na Igreja quanto no Estado.

Ainda hoje, nos Estados Unidos, existem centenas de escolas de ensino superior confessionais, associadas a instituições credenciadoras. No Brasil, os Reformados trouxeram importantes contribuições para a educação, com a fundação de escolas e universidades e a influência nos meios educacionais.

Em São Paulo, o Mackenzie é fruto da visão educacional dos reformadores. Fundado por missionários calvinistas, declara-se uma instituição de ensino orientada pelos valores e princípios da fé cristã reformada conforme encontrados na Bíblia. A identidade confessional do Mackenzie atravessou diversas fases em sua história, mas nunca foi deixada de lado ou negada. Hoje, o Estatuto e o Regimento que ordenam a existência e o funcionamento da Universidade deixam clara essa identidade. Como escola de origem reformada, o Mackenzie busca a excelência na educação e a formação integral de seus alunos, a partir de uma visão cristã de mundo. O excelente desempenho da Universidade e das Escolas Mackenzie nas avaliações oficiais, por si só, demonstra que é possível conciliar uma cosmovisão cristã com ensino de qualidade.

Conclusão

As iniciativas pioneiras de Calvino em Genebra na área da educação lhe valeram, conforme destaca o historiador Philip Schaff, o título de “fundador do sistema escolar comum”. O prédio “João Calvino”, situado na Rua da Consolação, onde funciona a alta administração do Mackenzie em seu campus Itambé, é um tributo à visão educacional do Reformador. Em sua principal entrada há uma placa bem visível a todos os que entram no Mackenzie, contendo palavras de Jesus que bem resumem essa visão: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Evangelho de João 8.32).

Augustus Nicodemus Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie

Colaboram com o conteúdo dessa Carta:
Dr. Alderi Souza de Matos
Dr. Hermisten Costa Pereira
Ms. Franklin Ferreira

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

in memoriam

LEMBRANDO-NOS DE RUBEN VIANA ( 1978-2009 )


Justo é o SENHOR em todos os seus caminhos, benigno em todas as suas obras. (Sl 145.17)

Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém! (Rm 11.34-36)


Lembramo-nos nitidamente de como era estimulante, para não dizer envergonhador para nós, ouvir Ruben recitar de cor passagens inteiras das Escrituras. Recitava com paixão, a paixão própria de quem se deleitava no SENHOR, honrando-O com o todo de seu ser.


Sua barba, incomum para a idade de um seminarista recém-chegado do lar paternal, dizia mais de si do que ele poderia supor. Dizia de sua seriedade, responsabilidade, e do desejo de bem representar o berço onde conheceu a fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em seus pais. Aliás, disto ele sempre se orgulhava!


Seu espírito servil revelou-se desde o primeiro dia em que a turma precisou de alguém para servi-la. Rúben era o ‘diácono’ da turma. Se dispôs avidamente a ser o responsável por providenciar as cópias das apostilas. Nunca se negou a este trabalho, e por ele recebeu o carinhoso apelido de ‘ministro das cópias’. Era-lhe prazeroso servir!!!


Seu sotaque carioca, mesclado com tons de mineiridade, sempre despertava as costumeiras brincadeiras dos colegas que conquistou para serem amigos. Numa turma tão diversa quanto às origens regionais deste imenso Brasil, aquela diversidade fortalecia a unidade entre os moços que aprendiam a amar mais o SENHOR da Igreja. Paulistas e paulistanos, nortistas e nordestinos, centristas e sulistas, enfim, parte desta igreja espalhada pelo país hoje chora com as lágrimas de seus líderes. Homens que foram impactados pelo convívio com o Rev. Ruben Viana.


Neste momento, perguntas tais como “POR QUÊ?” ou “POR QUÊ AGORA?” dividem espaço com a dor nos corações. Respostas não ousaremos... Confiamos nossa fé aos atributos de Deus. Ele é justo, santo, reto, bom, sábio, amoroso, misericordioso, ele é SENHOR. Estamos convictos de que Deus sempre quer o melhor de nós, em nós e para nós. Se é prazeroso honrá-lO por ter-nos dado Ruben, esforcemo-nos em bendizê-lO nesta hora, reconhecendo que ELE tem caminhos e pensamentos diferentes e melhores que os nossos.


Conforta-nos saber que certamente um dia nos encontraremos, num lugar incomparavelmente melhor, do qual Ruben já desfruta. Voltaremos a ser alunos, e continuaremos aprendendo com o Mestre, vendo-O face a face.



Até lá, Rubão!!!


Seus amigos da Turma 2001-2004 do Seminário JMC

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Teologia na Universidade Presbiteriana Mackenzie - mais uma etapa


"PORQUE DELE, E POR MEIO DELE, E PARA ELE SÃO TODAS AS COUSAS. A ELE, POIS, A GLÓRIA ETERNAMENTE. AMÉM."
Romanos 11.36



"Ora, Àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória, ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. Amém."
Judas 24,25

















Entrando em cena...















Todo mundo sentado para ouvir sérias palavras...















Visão geral do Auditório Ruy Barbosa















Prestando juramento, de novo...

















Esperando para ser chamado
















Agora, tudo é festa...















Com o Rev. Jocarli, contemporâneo no JMC

















Com o seminarista Nielyton, outro SERgipano
















Comitiva SERgipana no Mackenzie: Kelita, Nielyton e sua esposa, Elismares



quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A TRISTE MUDANÇA JÁ COMEÇOU


O primeiro ato de Obama como presidente


Chuck Norris

Obama prometeu enfaticamente mais que um ano atrás que “A primeira coisa que farei como presidente é aprovar a Lei de Liberdade de Escolha. Essa é a primeira coisa que farei”. Obama manterá sua palavra?

A Lei de Liberdade de Escolha, ou LLE, é um projeto de lei abrangente que abolirá todas as leis pró-vida nos Estados Unidos, desde leis que ordenam que os pais sejam notificados antes que filhas menores de idade façam aborto em hospitais até leis que proíbem o governo federal de financiar o aborto. A Conferência Nacional dos Bispos dos EUA identificou 13 categorias de leis pró-vida que serão aniquiladas e anuladas pela LLE. Embora a decisão Roe v. Wade — que legalizou o aborto nos EUA em 1973 — tenha entrado na jurisdição dos estados e nossas vidas, até mesmo Roe v. Wade, por exemplo, mostrava certo respeito pelas leis de cada estado e limites reguladores na área médica. A LLE não mostra restrição alguma, mas elimina todas as restrições e escolhas pró-vida.

E por que motivo Obama se comprometeu a aprovar a LLE? Não só porque ele tem o histórico mais ardentemente esquerdista e pró-aborto entre praticamente todos os políticos americanos, mas, conforme ele declarou numa reunião da organização pró-aborto Planned Parenthood durante sua campanha, “é hora de virar a página” para um novo dia em que as opiniões, leis e debates pró-vida acerca do aborto sejam coisa do passado. E se ele e a maioria do Partido Democrático conseguirem fazer o que querem, os Estados Unidos terão esse novo dia, um dia em que mais centenas de milhares de abortos serão realizados anualmente. Eu ainda penso que é totalmente hipócrita que um presidente e um partido político que se orgulham de ajudar e proteger as minorias não incluam entre elas as crianças em gestação.

A luta para aprovar a LLE está sendo travada apesar de uma nova pesquisa nacional revelando que de cada cinco adultos americanos, quatro (82 por cento) querem limitar a legalidade do aborto. De cada três, um (38 por cento) quer limitar o aborto apenas aos casos de estupro, incesto ou para salvar a vida da mãe. De cada três, um (33 por cento) quer também limitar o aborto até os primeiros três meses ou até os primeiros seis meses. Só nove por cento disseram que o aborto deveria ser legal por qualquer motivo por qualquer razão em qualquer momento da gravidez. Essas estatísticas contrastam fortemente com as metas e objetivos da LLE, que encerrará o debate cultural sobre o aborto de um modo sem precedente para impedir qualquer legislação que tente proteger os bebês em gestação.

Quanto à data em que pretendem aprovar a LLE, tenho motivo suficiente para crer que Pelosi e Reed (e talvez o próprio Obama) já tenham feito planos para introduzir e aprovar a LLE com rapidez e em segredo por meio do Congresso mais cedo do que a maioria espera. E eles usarão qualquer meio para distrair a atenção da oposição, até mesmo mimos financeiros pessoais. Creia-me quando digo que estão aguardando o momento preciso em que haverá mínima atenção pública e reação e oposição política.

Com tanto foco e frenesi cercando a ostentação da posse de nosso novo presidente, eles poderiam até mesmo tentar agir no Congresso durante a semana da posse. Alguns relatórios apresentam a posição de que a LLE poderia ser rapidamente reintroduzida no dia 22 de janeiro, no próprio aniversário em que a Suprema Corte legalizou o aborto. Por isso, fique alerta. Mas, por causa da natureza política matreira de publicamente apresentar e aprovar tal projeto de lei abrangente e polêmico como a LLE, creio que o governo de Obama fará tudo o que puder para distrair os conservadores e os evangélicos.

Essas táticas de distração podem até mesmo incluir parcialmente o motivo por que Obama escolheu Rick Warren para orar por sua posse. Quer Warren esteja certo ou errado para essa posição não vem ao caso, à luz da motivação política deles de usar a presença e oração dele. Warren poderia ser usado não só para aplacar os conservadores e evangélicos, mas também para distrair a atenção deles e minimizar a reação deles às iniciativas esquerdistas maiores, como estratégias sorrateiras em prol da LLE. Em resumo, Warren poderia ser uma isca de distração para a proliferação do aborto, principalmente se a aprovação da LLE for iminente.

Os Estados Unidos não precisam “virar a página” nas guerras culturais, como no caso do aborto. Os EUA precisam reabrir as páginas de sua história para as opiniões elevadas de nossos fundadores e para os direitos de todos os seres humanos, conforme estão documentados na Declaração de Independência e nossa Constituição. E precisamos reviver e reincutir esse valor da humanidade de volta na sociedade, em nossos filhos e em nossos netos.

Sob nossa Constituição, o governo federal tem de proteger esse direito à vida. Mas além de defender esse direito humano fundamental, os detalhes e debates das leis que lidam com o aborto devem ficar sob a responsabilidade de cada estado. Apesar de que a Suprema Corte derrubou todas as leis de aborto em cada estado em 1973, e instituiu um direito federal ao aborto completamente inconstitucional, há ainda muito que podemos fazer a nível estadual para proteger a vida humana, promovendo legislação e educação pró-vida. A menos, é claro, que a LLE seja transformada em lei.

Algumas pessoas pensam que depois de 35 anos de incessante controvérsia desde a decisão da Suprema Corte, que é melhor deixar prá lá a “velha” questão do aborto. Mas como meu amigo e escritor Randy Alcorn escreveu em seu livretinho “Why Pro-Life?” [Por que ser pró-vida?]: “O aborto nos colocou numa rota perigosa. Poderemos acordar e abandonar essa rota. Ou poderemos segui-la até o seu fim inescapável — uma sociedade em que os poderosos, para seus interesses próprios, determinam quais seres humanos viverão e quais morrerão”.

Aborto não é sobre o “direito de a mulher escolher”. É sobre um “direito à vida” mais fundamental, que é um dos três especificamente identificados direitos inalienáveis na Declaração de Independência (e na Constituição por meio do Artigo VII e da Declaração de Direitos). E é uma violação do principal propósito do governo: proteger a vida humana inocente.

Thomas Jefferson escreveu em 1809: “O cuidado da vida humana e a felicidade, e não a sua destruição, é o principal e único alvo do bom governo”. Ele, é claro, não estava escrevendo acerca dos EUA de hoje, que tem aborto aprovado e subsidiado pelo Estado, e tem um movimento para promover a matança dos idosos por meio da eutanásia. Mas ele poderia ter escrito. E sua convicção no que deveria ser “o principal e único alvo do bom governo” deveria ainda ser válida — e isso inclui o presidente dos Estados Unidos da América. Mas se o presidente e seu governo não protegerem os direitos dos vivos (até mesmo no útero), então quem fará? Um Congresso de tendência esquerdista?

Todos os políticos que elegemos têm de sustentar o objetivo supremo do governo e se esforçarem para nos levar de volta à visão da humanidade que enfatiza o valor imortal de todo ser humano. Sem isso, nunca poderemos crer que todas as pessoas (inclusive aquelas no útero) são criadas iguais, que elas têm direitos inerentes e inalienáveis e que a proteção desses direitos é “o principal e único alvo do bom governo”.

E, se nossos políticos não protegerem a vida humana em gestação, nó deveremos fazê-lo. Com o Domingo da Santidade da Vida* em 18 de janeiro, com Obama tomando posse em 20 de janeiro, com a Marcha pela Vida anual em Washington DC ocorrendo em 22 de janeiro (no exato aniversário de Roe v. Wade) e com a LLE ameaçando no precipício legislativo do Congresso e da Casa Branca, agora é hora de marchar e agir de novo para defender os bebês em gestação.

Chuck Norris estrelou mais de 20 filmes, inclusive a famosa série “Texas Ranger”. Seu mais recente livro tem o título de “Black Belt Patriotism”. Para conhecer mais sobre a vida e ministério de Chuck Norris, visite seu site oficial: http://www.chucknorris.com

* Como um de seus últimos atos como presidente dos EUA e na iminência de tomar posse um presidente publicamente pró-aborto, George Bush declarou 18 de janeiro de 2009 como Domingo da Santidade da Vida. Para mais informações, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/2009/01/dia-nacional-da-santidade-da-vida.html

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Se a luta for contra o SISTEMA, então pode...

DOIS PRESOS E DUAS MEDIDAS
Análise escrita por Mário Barbosa Villas Boas, em 15/01/2009.

Fonte: http://www.if.org.br/analise.php


Impossível deixar de comparar a atitude do Governo Brasileiro em relação ao italiano Cesare Battisti e a em relação aos pugilistas cubanos que desertaram da delegação de seu país por ocasião dos jogos pan-americanos de 2007. Embora o caso dos cubanos desertores esteja um pouco embotado na curta memória do brasileiro, não há como não fazer a comparação dos dois casos, e indagar porque o preso italiano recebeu uma medida e o preso cubano outra.

Os pugilistas cubanos abandonaram suas delegações sem autorização – e, provavelmente também sem passaporte – e locomoveram-se por território brasileiro até serem encontrados longe do local dos jogos. Foram imediatamente presos e sumariamente extraditados para seus países, com toda a imprensa brasileira acusando-os de terem desertado. Na ocasião este articulista chamou a atenção para o inacreditável absurdo de se usar o termo "deserção" para se referir ao afastamento dos atletas de suas delegações e dos jogos e o termo "extradição" para o repatriamento dos mesmos. Além do repatriamento propriamente dito, uma vez que as autoridades brasileiras sabiam que os mesmos seriam tratados como criminosos em seu país se para lá voltassem sem jamais terem sido formalmente acusados de nada e, muito menos, tido o direito de se defenderem. De nada adiantou. Os desertores foram extraditados e só Deus e as autoridades cubanas sabem que destino tiveram esses atletas e seus familiares após a extradição.

Já Cesare Battisti foi tratado de forma diversa. Sobre ele pesam acusações bastante concretas: quatro homicídios. Formalmente acusado, o italiano foi chamado a defender-se. Se se defendeu bem ou mal, só quem leu os autos do processo poderá dizer. Mas ninguém teve a audácia de propalar que seu direito de defesa não foi respeitado.

Julgado por crime comum – homicídio – foi considerado culpado e condenado à pena que seu país considera adequada para punir este crime. Tendo logrado êxito em fugir para o Brasil, onde o Ministro da Justiça lhe concedeu o status de "refugiado político". Com isso, torna-se quase impossível que o STF defira sua extradição.

Porque foi tão fácil para um homicida reconhecido ter reconhecida sua condição de refugiado político enquanto que dois cidadãos cujo único crime foi afastar-se de sua delegação pan-americana não o conseguiram sendo sumariamente remetidos de volta a seu país onde uma severa punição os aguardava? Somente uma diferença salta aos olhos: a política. No caso dos pugilistas cubanos, seu ato foi considerado como afronta a um regime de esquerda. Já o homicida italiano foi considerado um contestador esquerdista de um regime que, se não pode ser considerado de extrema direita, certamente não pode também ser considerado como socialista. Assim, uma contestação a um regime socialista torna-se por si só um ato criminoso. Já um ato provadamente criminoso ganha rapidamente um indulgente perdão se puder ser considerado uma contestação de cunho socialista a um regime que não tem tal condão.

Conclui-se portanto que, aos olhos do atual regime brasileiro, um ato que possa ser interpretado como crítica a um regime socialista ganha status de crime ainda que, se cometido em circunstâncias que não possa ter aquela interpretação, seja um ato lícito. Já um ato acintosamente criminoso perde esse caráter se cometido como forma de uma crítica de cunho socialista a um regime não socialista. Triste fim para a democracia brasileira...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

ex libris

“Se não experimentamos qualquer perseguição em nossa vida, é melhor revermos nossa declaração de que somos cristãos. Se não sou motivo de ataque do mundo, se não estou causando problemas, se não estou gerando algum tipo de conflito, então, talvez haja alguma coisa seriamente errada. Temos vivido um período bem tolerante no Ocidente em termos de perseguição política ou pública. Isto parece estar mudando. No entanto, onde quer que vivamos uma vida completamente redimida, onde quer que vivamos os princípios da vida do reino, onde quer que sejamos filhos obedientes do reino, vivendo a justiça de Cristo neste mundo, isto será detestável para Satanás. Sempre. Só porque pensamos que a atitude do mundo está mudando, os cristãos podem se orgulhar porque são populares. Em muitos casos, os cristãos são famosos, aceitos, bajulados e formam uma parte de nossa sociedade, sem quaisquer confrontos. Mas a questão não é que o mundo mudou. A questão é que abaixamos o nível do padrão de justiça, e temos pessoas que se dizem cristãs que não vivem uma vida de justiça adequada para oferecer uma definição honesta de Cristianismo – do contrário, os sistemas nos quais estão mergulhados os expulsariam imediatamente. Pensamos que o mundo é apenas mais tolerante, mas o fato é que não podemos levar uma vida de intolerância. Queremos ser conhecidos, famosos, aceitos. No entanto, se vivermos uma vida de retidão de acordo com a vontade de Deus, o mundo só se ressentirá contra nós e nos odiará. Devo acrescentar que isto não significa que todos nós iremos sofrer constantes perseguições durante toda a vida. Cristo está simplesmente dizendo que o mundo escolherá alguns de nós. Todos nós que vivemos em retidão no mundo, em algum momento, iremos experimentar a reprovação da Cruz.

John MacArthur, Jr.
in: O Caminho da Felicidade, ed. Cultura Cristã, p. 17


PARA LEMBRAR

18 Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. 19 Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

ENQUANTO ISSO, NO SUBMUNDO DA FÉ UNIVERSAL...

(clique na imagem para ampliar)

Descobriram a cura da DENGUE.

Um caso de humor ou de polícia???

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CANÇÃO PARA JÓ - Gladir Cabral

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