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segunda-feira, 2 de junho de 2008

CONHEÇA MELHOR A IGREJA PRESBITERIANA


Em 12 de agosto de 2008, a Igreja Presbiteriana do Brasil – IPB comemorará 149 anos da chegada em solo nacional do missionário Rev. Ashbel Green Simonton, enviado pela Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos com o propósito de evangelizar esta parte do mundo. Embora ele tenha sido bem-sucedido (aqui plantando 3 igrejas, abrindo 1 seminário, publicando 1 jornal evangélico e organizando 1 presbitério nos 8 anos de ministério no Brasil, onde aqui morreu de febre amarela a 8/dezembro/1867) ele não foi o primeiro calvinista a tentar fazer desta uma nação cristã. A 10 de março de 1557, o primeiro culto protestante das Américas foi celebrado na Baía de Guanabara, conduzido por pastores reformados vindos de Genebra e França, enviados pelo teólogo João Calvino.[1] Infelizmente, esta tentativa de missões reformadas no Brasil não vingou, e a colônia francesa caiu devido a traições do líder, que renegou a fé protestante, e deix]ou-se vencer por Mem de Sá em 11 de setembro de 1560. Assim, desde o séc. XVI até 12 de agosto de 1859, o Brasil desconheceu qualquer tentativa de igreja acatólica entre os brasileiros, até chegar aqui a doutrina cristã pregada pelo missionário presbiteriano Simonton. Desde então, a IPB tem pregado o Evangelho do Senhor Jesus e contribuído para o engrandecimento do Brasil e a glória de Deus.

No entanto, apesar de nossa idade nesta pátria e nossa séria atuação, muitos têm ignorado o valor de servir a Deus no sistema de culto, doutrina e governo presbiterianos. As linhas que se seguirão têm por propósito levá-lo a considerar o que é ou, se ainda não estiver sendo, precisa ser a Igreja Presbiteriana do Brasil onde estiver instalada e exercendo suas funções.

ORIGENS

Dizendo resumidamente, a Igreja Presbiteriana nasceu na Reforma Protestante do séc. XVI. Somos os cristãos que se distinguiram dos luteranos no conceito da Santa Ceia e modo de governo. Na Suíça, Holanda e países baixos fomos chamados de Reformados; na França, de Huguenotes; na Ingaterra, de Puritanos; na Escócia, liderados por John Knox, aluno de Calvino, recebemos o nome de Presbiterianos. De lá, a Igreja Presbiteriana foi para os Estados Unidos, aqui chegando em 1859.[2]

CULTO

“O culto presbiteriano caracteriza-se por sua ênfase teocêntrica (a centralidade do Deus triúno), simplicidade, reverência, hinódia [repertório de hinos e cânticos] com conteúdo bíblico e pregação expositiva.” [3] Esta definição do culto divino prestado nas igrejas presbiterianas precisa ser uma realidade vivida em nosso arraiais, sob pena de deixarmos de ser cristãos bíblicos se dela nos apartarmos.

Reconhecendo este tema como pedra de toque na liturgia praticada pelas igrejas presbiterianas no decorrer dos anos, a IPB, por meio de seus Concílios Superiores, tem legislado orientações e normas que nos aproximem ao máximo da definição bíblica de culto. Esta intenção é reforçada nas palavras do Rev. Alderi Matos, Historiador da IPB: “No seu culto, as igrejas presbiterianas procuram obedecer ao chamado princípio regulador. Isso significa que o culto deve ater-se às normas contidas na Escritura, não sendo aceitas as práticas proibidas ou não sancionadas explicitamente pela mesma.”[4] Atendendo a esta exigência, a IPB regulou as práticas litúrgicas a serem praticadas nos ajuntamentos solenes restringindo-as às manifestações aceitáveis biblicamente. O fogo estranho deve ser repudiado!

SISTEMA DE DOUTRINAS

Culto e doutrina são itens que se entrelaçam no sistema presbiteriano. O povo congregado presta culto ao Deus que lhes é apresentado na doutrina aprendida com seus líderes. A doutrina errada levará à adoração do deus errado, que Deus não é.

O povo presbiteriano é o povo do livro, da Bíblia, do estudo (Atos 17.11). Conhecimento, assim entendemos, nunca é impedimento, antes, meio favorável à aproximação do Eterno, e uma necessidade nossa, como seres criados à imagem e semelhança do SENHOR. Todo nosso saber surge de duas partes distintas e que se completam para nós: “Conhecer a Deus e a nós mesmos”. ‘Jamais o homem chegará ao pleno conhecimento de si mesmo até que haja, antes, contemplado a face de Deus, e nela, possa examinar-se a si próprio.’ , isto já ensinava no séc. XVI o respeitado teólogo reformado João Calvino (Institutas da Religião Cristã, I. 1.1-2).

Como protestantes históricos, herdeiros da Reforma, restringimos as bases comuns da fé bíblica a 5 princípios exclusivistas: SOLA GRATIA, SOLA FIDES, SOLA SCRIPTURA, SOLUS CRISTUS, SOLI DEO GLORIA.

Como calvinistas reformados, reconhecemos que nosso conjunto de doutrinas está profundamente sustentado em 5 pilares biblicamente comprovados: DEPRAVAÇÃO TOTAL - ELEIÇÃO INCONDICIONAL - EXPIAÇÃO LIMITADA - GRAÇA IRRESISTÍVEL - PERSEVERANÇA DOS SANTOS. [5]

Quanto à Palavra de Deus, cremos ser ela Revelação inerrante, autoritativa, suficiente, restrita ao cânon recebido do povo judeu (portador desses oráculos divinos – Rm 3.2), confirmada no testemunho histórico da Igreja e reafirmada pela Reforma Protestante.

Quanto à salvação, reconhecemos a eleição por decreto eterno do Deus Soberano como causa e motivo para a pregação bíblica, pela qual o Espírito Santo opera fé no coração do pecador impenitente, levando-o ao arrependimento e conversão, mediante uma graça cooperante que o impulsionará voluntariamente à santificação. Ele decreta o fim e providencia os meios. (At 13.47,48; 1Tm 1.15,16; Jo 17.20; Rm 8. 26-39; Atos 16.14; Jo 15.16).

Quanto às promessas, cremos no Pacto de Deus com seu povo, dele fazendo parte adultos e crianças, homens e mulheres. Somos, portanto, aliancistas, cremos que Deus tem uma única e eterna Aliança com seu povo, sendo fiel para cumprir suas promessas.

Quanto ao batismo somos aspercionistas, ou seja, aplicamos água sobre a cabeça dos fiéis, tanto adultos como crianças sob sua guarda, em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo. Para nós, a água é símbolo visível da graça invisível operada no fiel.

Quanto ao conceito de Igreja, reconhecemo-nos como imperfeitos, no dizer de Lutero: simul justus et peccator (ao mesmo tempo justo e pecador). Imperfeitos, mas nunca conformados com nosso pecado. Por isto assumimos como necessidade o moto da Reforma Protestante: Ecclesia reformata et semper reformanda est” (Igreja Reforma e sempre se reformando). Nesta dinâmica, sabemos que a igreja una, católica, bíblica e fiel testemunha de Jesus neste mundo, sendo-lhe sal e luz, sofrerá por causa do amor a Cristo e terá na sarça ardente (Êxodo 3.3) o estigma de nossa missão: NEC TAMEN CONSUMEBATUR (arde mas não se consome)!!

Quanto à hermenêutica, assumimos a interpretação bíblica sustentada no método histórico-gramatical, ou seja, cada livro da Bíblia deve ser estudo à luz do seu momento histórico e de acordo com a estrutura gramatical do idioma em que foi escrito (grego, hebraico, aramaico). Razão por que os pastores da IPB são ordenados após concluírem o Bacharelado em Teologia num de seus seminários, onde aprenderão este método de interpretação.

SISTEMA DE GOVERNO

A IPB é conciliar. Com isto queremos dizer que a Igreja Presbiteriana funciona mediante concílios. Concílio “é uma assembléia constituída de pastores e presbíteros.”[6] Os concílios da IPB são: Conselho da Igreja local, Presbitério, Sínodo e Supremo Concílio, todos ligados em interdependência. As partes dependem do todo.

A IPB é representativa. Todos seus concílios são formados por homens eleitos para representá-los e neles agir. Sem processo eleitoral democrático não há representação legítima. Toda representação parte da Assembléia da Igreja local.

A IPB é federativa. “A IPB bem se define como ‘Federação de igrejas locais’. Federal é termo oriundo do latim 'foedus', e tem nas palavras 'pacto', 'acordo' e 'união' sinônimos necessários e esclarecedores. No sistema federativo, pactual, as igrejas locais não são (não deveriam ser) comunidades estanques, autônomas, independentes, antes, parte de um todo maior, federado, pactuado e articulado em si mesmo pelos concílios inferiores, os quais têm na igreja local seu berço.”[7]

A IPB é confessional. A fé objetiva que professamos é a mesma confessada na Bíblia Sagrada, na Confissão de Fé de Westminster (1646) e seus catecismos. Este padrão doutrinário forma o que chamamos Símbolos de Fé.

A IPB é organizada. Somos, também, uma instituição humana, que reconhece o Magistrado e as autoridades constituídas como Ministros de Deus e dignos de respeito (Rm 13.1-7). Temos uma Constituição, Manual de Culto, Princípios de Liturgia, e Código de Disciplina. São manuais humanos pelos quais nos ordenamos como instituição civil, legalmente constituída no Brasil.

CONCLUSÃO

“A ignorância só interessa ao diabo”, costumava dizer Lutero. É impressionante o número de pessoas que estão na igreja presbiteriana sem conhecê-la, de fato, sem assumir seus referenciais, de verdade, sem dela cuidar, como Noiva. Assumindo a ignorância como bandeira, os tais tendem a ser manipuláveis pelo diabo, a quem interessa desestabilizar, desagregar e desanimar a Noiva, roubando-lhe o adorno.

A Confissão de Fé de Westminster, XXV.4, lembra-nos que a Igreja de Deus tem sido, no decorrer dos anos, ora mais ora menos visível. E que “as igrejas particulares, que são membros dela, são mais ou menos puras conforme nelas é, com mais ou menos pureza, ensinado e abraçado o Evangelho, administradas as ordenanças e celebrado o culto público.”

A IPB não é perfeita, porque você e eu não o somos. É reunião de pecadores perdoados por Cristo; e porque perdoados, submissos; protestantes, mas não rebeldes; livres e, por isto, ordeiros.


Rev. Gilmar Araújo Gomes

Secretário Presbiterial de Educação Religiosa/PSSE – 2008





[2] Adão Carlos NASCIMENTO, O que todo presbiteriano inteligente deve saber, p. 15-22

[3] Alderi Souza de MATOS, Pensando e Repensando a Profissão de Fé, p.107.

[4] Pensando e Repensando a Profissão de Fé, p.107.

[5] Ver: John BENTON e John PEET, As doutrinas da Graça, (Ed. Cultura Cristã, 1998), 95p.

[6]Adão Carlos NASCIMENTO, A Razão da Nossa Fé, p. 37

[7] Gilmar A. GOMES A IPB e a Ética dos Juízes, in: www.sergipano.blogspot.com. Ver também a Constituição da IPB, art. 1º.


______________________________________________


PARA SABER MAIS

BAWINK, Hermann. Teologia Sistemática, (Sta. Barbada D’Oeste-SP: SOCEP, 2001).

BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática, (São Paulo: Cultura Cristã, 2004).

CALVINO, João. Institutas da Religião Cristã, 4 vols., (São Paulo: Cultura Cristã).

MANUAL PRESBITERIANO, (São Paulo: Cultura Cristã).

NASCIMENTO, Adão Carlos e MATOS, Alderi Souza de. O Que Todo Presbiteriano Inteligente Deve Saber, (Sta. Barbada D’Oeste-SP: SOCEP, 2007), 208p.

NASCIMENTO, Adão Carlos. Pensando e Repensando a Profissão de Fé, (Sta. Barbada D’Oeste-SP: SOCEP, 2004), 191 p.

___________. A Razão da Nossa Fé, (São Paulo: Cultura Cristã, 2000), 48 p.

Quem Somos – Doutrina. in: http://www.ipb.org.br/institucional.php3?idins=56

Eu, presbiteriano. Por quê? in: http://www.ipvalparaiso.org/artigo07.htm

www.ipb.org.br

www.executivaipb.com.br

Editora Cultura Cristã (Casa Editora Presbiteriana) (11) 3207-7099 / 0800-14-1963 www.cep.org.br

Editora SOCEP (19) 3464-9000 www.socep.com


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