Descobriram a cura da DENGUE.
Um caso de humor ou de polícia???

Lula visita Cuba e se reúne com Raul Castro
http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/manchetes_politica_lula_cuba
Lembra-se daquela brincadeira de infância, quando vistos dois figurinos idênticos juntos, e alguém perguntava: “Onde vai jogar esse time?” Pois bem, a pergunta é inevitável ao vermos a foto registrando os líderes latinos encontrando-se engomados de branco debotado. (a dupla repetição é proposital para não destoar com o par afinado acima fotografado).
Quem dera esse time estivesse jogando em favor do solo pátrio. Receio, pelos diversos exemplos anteriores, que não. Firmar acordo bilateral em que o Brasil será sempre o pagador dos custos socializados tem se tornado hábito nesta parte do mundo. Petrobrás, Odebrecht, Embraer, Amazônia, Queiroz Galvão, Itaipu-Furnas, BNDES, citando alguns dos símbolos de nossa grandeza e avanço tecnológico, podem ser listados entre os prejuízos que os amigos hermanos, companheiros de nosso presidente-palanque, eternamente em campanha, raramente em gestão, têm causado à soberania verde e amarela. Bolívia, Venezuela, Equador, Paraguai, enfim, todo mundo que ‘se acha’ tira uma casquinha do Brasil, quebrando acordos, rasgando contratos, reajustando os preços, detendo ilegalmente brasileiros, etc.
Esse time joga com estratégia definida, bem coesa e disposta a vencer o adversário comum: o lema de nossa bandeira ORDEM E PROGRESSO. A cartilha em que rezam e treinam define: Quer ganhar eleição? Quer ganhar o referendum? Quer fazer pose de antiamericano? Ataque o Brasil, afronte o Brasil, zombe do povo brasileiro que o técnico do outro time joga conosco.
Por essas e outras, considero que o reforço recebido por esse time de fanfarrões com a entrada de novo jogador cubano (substituindo o irmão barbudo que saiu para beber água e acabou pendurando as chuteiras), não nos parece que será diferente. É mais um mirando nossa canela. Sabe como é: o Brasil manda dinheiro, tecnologia e progresso...seus parceiros latinos mandam a fatura e gelo, muito gelo.
in loco:
SAIBA MAIS-Questão energética é nó nas reuniões de Lula e Chávez
http://www.estadao.com.br/geral/not_ger250777,0.htm
Hugo Chávez desiste do 'grande gasoduto do Sul'
http://www.estadao.com.br/economia/not_eco250841,0.htm
Dívida do Equador com BNDES supera US$
http://www.estadao.com.br/internacional/not_int260572,0.htm
Lobão não acredita que Equador expulsará Petrobras do país
http://www.estadao.com.br/internacional/not_int260458,0.htm
Evo Morales diz que Petrobras "chantageia" Bolívia
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u107403.shtml
Sem a Petrobras-Bolívia, Brasil vira refém do gás de Evo Morales
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL37645-5602,00.html
Ex-bispo quebra hegemonia política no paraguai e preocupa Brasil
http://portalopa.com/noticia.php?noticia=541
Brasil e Paraguai começam negociações sobre Itaipu
http://www.estadao.com.br/economia/not_eco248757,0.htm
Preço pago ao Paraguai por energia é justo, diz diretor de Itaipu
Equador 'deplora' reação do Brasil na crise com Odebrecht
http://www.estadao.com.br/geral/not_ger258164,0.htm
Evo rejeita proposta e expulsa Queiroz Galvão da Bolívia
http://www.estadao.com.br/internacional/not_int261912,0.htm
Um patife notável
Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 16 de outubro de 2008
Como John McCain andasse falando da ligação entre Barack Obama e o terrorista William Ayers, foi imediatamente acusado pela grande mídia de instigar ódio ao candidato democrata e até de expor o pobrezinho a risco de assassinato.
Mas o verdadeiro pecado de McCain é o de ater-se a esse episódio menor e omitir os pontos altos da carreira de um dos patifes mais notáveis de todos os tempos:
1. Os estudos de Obama em Harvard foram pagos por Khalid al-Mansur, agitador racista que prometeu aos brancos americanos “o maior banho de sangue de toda a História” e é representante nos EUA do príncipe saudita Alwaleed bin Talal, que celebrou o 11 de setembro como castigo divino (www.newsmax.com/timmerman/obama_harvard_/2008/09/23/133199.html).
2. Obama, embora o negue com veemência, foi comprovadamente instrutor de ativistas na Association of Community Organizations for Reform Now (Acorn). A principal atividade da Acorn era intimidar bancos para forçá-los a dar empréstimos a seus militantes, em geral insolventes, plantando assim as sementes da crise bancária que eclodiu semanas atrás. A Acorn retribuiu os serviços prestados, distribuindo milhares de títulos de eleitor falsos para fortalecer a votação de Obama (v. www.clevelandleader.com/node/7203, www.lvrj.com/news/30613864.html e http://news.yahoo.com/s/ap/20081009/ap_on_el_ge/voter_fraud).
3. Várias vezes a presidência da República pediu ao Congresso uma lei que parasse a farra dos empréstimos na empresa Fannie Mae. Obama foi contra e já recebeu mais de cem mil dólares de contribuições de Fannie Mae, cujo executivo Franklin Raines, demitido por desvio de verbas, é hoje seu assessor econômico (v. http://nmorton.wordpress.com/2008/09/16/barack-obama-fannie-mae-lobbyists-second-favorite-senator). O deputado obamista Harry Reid diz que mencionar esses fatos é racismo.
4. Entre 2006 e 2007, Obama fez campanha, nos EUA e no Quênia, em favor do candidato presidencial queniano Raila Odinga, e continuou a apoiá-lo mesmo depois que Odinga, derrotado, mandou matar mil de seus adversários e queimar oitocentas igrejas cristãs, pelo menos uma com gente dentro. A sangueira só estancou depois que um acordo nomeou Odinga primeiro-ministro. O repórter do WorldNetDaily, Jerome Corsi, enviado ao Quênia para estudar o episódio, foi preso pela polícia local e forçado a voltar aos EUA (v. www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=77877). Qualquer semelhança com operação-abafa é mera coincidência.
5. A campanha obamista já recebeu mais de três milhões de dólares em contribuições ilegais do exterior (v. http://apnews.myway.com/article/20081008/D93M0K5G0.html). Enquanto McCain publica meticulosamente todas as quantias recebidas, seu adversário não publica nada, nem uma linha.
6. Mas a maior fraude de Obama talvez seja a sua candidatura mesma, que já recolheu 450 milhões de dólares em contribuições, um recorde histórico. Intimado pelo advogado Philip Berg a mostrar o original da sua certidão de nascimento para provar que é cidadão nativo dos EUA (condição sine qua non para poder candidatar-se à presidência), Obama, por duas vezes, preferiu esquivar-se mediante complexos artifícios jurídicos, confirmando indiretamente a suspeita de que não tem mesmo o documento. Para piorar as coisas, o candidato também se omite de mostrar seus registros médicos e seu histórico escolar, enquanto McCain fornece na hora todos os documentos solicitados. Berg, que tem 31 anos de militância democrata e já foi procurador do Estado da Pensilvânia, assegura que a cópia eletrônica da certidão de Obama, reproduzida no site oficial da campanha, é falsa (e aliás parece mesmo). A avó do candidato assegura que ele não nasceu no Havaí como diz, e sim no Quênia, onde ela mora. Vejam tudo na página de Berg, www.obamacrimes.com: 25 milhões de pessoas já viram, e mais dia menos dia o escândalo, trabalhosamente abafado até agora, vai estourar.
Vocês não leram nada disso na Folha, no Estadão e no Globo? Eu também não.
Já transou?
O governo dá a pílula do dia seguinte.
Teve filho?
O governo dá o Bolsa Família.
Tá desempregado?
O governo dá Bolsa Desemprego.
Vai prestar vestibular?
O governo dá o Bolsa Cota.
Não tem terra?
O governo dá o Bolsa Invasão e ainda te aposenta.
Mas experimenta estudar e andar na linha pra ver o que é que te acontece!

Em 12 de agosto de 2008, a Igreja Presbiteriana do Brasil – IPB comemorará 149 anos da chegada em solo nacional do missionário Rev. Ashbel Green Simonton, enviado pela Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos com o propósito de evangelizar esta parte do mundo. Embora ele tenha sido bem-sucedido (aqui plantando 3 igrejas, abrindo 1 seminário, publicando 1 jornal evangélico e organizando 1 presbitério nos 8 anos de ministério no Brasil, onde aqui morreu de febre amarela a 8/dezembro/1867) ele não foi o primeiro calvinista a tentar fazer desta uma nação cristã. A 10 de março de 1557, o primeiro culto protestante das Américas foi celebrado na Baía de Guanabara, conduzido por pastores reformados vindos de Genebra e França, enviados pelo teólogo João Calvino.[1] Infelizmente, esta tentativa de missões reformadas no Brasil não vingou, e a colônia francesa caiu devido a traições do líder, que renegou a fé protestante, e deix]ou-se vencer por Mem de Sá em 11 de setembro de 1560. Assim, desde o séc. XVI até 12 de agosto de 1859, o Brasil desconheceu qualquer tentativa de igreja acatólica entre os brasileiros, até chegar aqui a doutrina cristã pregada pelo missionário presbiteriano Simonton. Desde então, a IPB tem pregado o Evangelho do Senhor Jesus e contribuído para o engrandecimento do Brasil e a glória de Deus.
No entanto, apesar de nossa idade nesta pátria e nossa séria atuação, muitos têm ignorado o valor de servir a Deus no sistema de culto, doutrina e governo presbiterianos. As linhas que se seguirão têm por propósito levá-lo a considerar o que é ou, se ainda não estiver sendo, precisa ser a Igreja Presbiteriana do Brasil onde estiver instalada e exercendo suas funções.
CULTO
“O culto presbiteriano caracteriza-se por sua ênfase teocêntrica (a centralidade do Deus triúno), simplicidade, reverência, hinódia [repertório de hinos e cânticos] com conteúdo bíblico e pregação expositiva.” [3] Esta definição do culto divino prestado nas igrejas presbiterianas precisa ser uma realidade vivida em nosso arraiais, sob pena de deixarmos de ser cristãos bíblicos se dela nos apartarmos.
Reconhecendo este tema como pedra de toque na liturgia praticada pelas igrejas presbiterianas no decorrer dos anos, a IPB, por meio de seus Concílios Superiores, tem legislado orientações e normas que nos aproximem ao máximo da definição bíblica de culto. Esta intenção é reforçada nas palavras do Rev. Alderi Matos, Historiador da IPB: “No seu culto, as igrejas presbiterianas procuram obedecer ao chamado princípio regulador. Isso significa que o culto deve ater-se às normas contidas na Escritura, não sendo aceitas as práticas proibidas ou não sancionadas explicitamente pela mesma.”[4] Atendendo a esta exigência, a IPB regulou as práticas litúrgicas a serem praticadas nos ajuntamentos solenes restringindo-as às manifestações aceitáveis biblicamente. O fogo estranho deve ser repudiado!
SISTEMA DE DOUTRINAS
Culto e doutrina são itens que se entrelaçam no sistema presbiteriano. O povo congregado presta culto ao Deus que lhes é apresentado na doutrina aprendida com seus líderes. A doutrina errada levará à adoração do deus errado, que Deus não é.
O povo presbiteriano é o povo do livro, da Bíblia, do estudo (Atos 17.11). Conhecimento, assim entendemos, nunca é impedimento, antes, meio favorável à aproximação do Eterno, e uma necessidade nossa, como seres criados à imagem e semelhança do SENHOR. Todo nosso saber surge de duas partes distintas e que se completam para nós: “Conhecer a Deus e a nós mesmos”. ‘Jamais o homem chegará ao pleno conhecimento de si mesmo até que haja, antes, contemplado a face de Deus, e nela, possa examinar-se a si próprio.’ , isto já ensinava no séc. XVI o respeitado teólogo reformado João Calvino (Institutas da Religião Cristã, I. 1.1-2).
Como protestantes históricos, herdeiros da Reforma, restringimos as bases comuns da fé bíblica a 5 princípios exclusivistas: SOLA GRATIA, SOLA FIDES, SOLA SCRIPTURA, SOLUS CRISTUS, SOLI DEO GLORIA.
Como calvinistas reformados, reconhecemos que nosso conjunto de doutrinas está profundamente sustentado em 5 pilares biblicamente comprovados: DEPRAVAÇÃO TOTAL - ELEIÇÃO INCONDICIONAL - EXPIAÇÃO LIMITADA - GRAÇA IRRESISTÍVEL - PERSEVERANÇA DOS SANTOS. [5]
Quanto à Palavra de Deus, cremos ser ela Revelação inerrante, autoritativa, suficiente, restrita ao cânon recebido do povo judeu (portador desses oráculos divinos – Rm 3.2), confirmada no testemunho histórico da Igreja e reafirmada pela Reforma Protestante.
Quanto à salvação, reconhecemos a eleição por decreto eterno do Deus Soberano como causa e motivo para a pregação bíblica, pela qual o Espírito Santo opera fé no coração do pecador impenitente, levando-o ao arrependimento e conversão, mediante uma graça cooperante que o impulsionará voluntariamente à santificação. Ele decreta o fim e providencia os meios. (At 13.47,48; 1Tm 1.15,16; Jo 17.20; Rm 8. 26-39; Atos 16.14; Jo 15.16).
Quanto às promessas, cremos no Pacto de Deus com seu povo, dele fazendo parte adultos e crianças, homens e mulheres. Somos, portanto, aliancistas, cremos que Deus tem uma única e eterna Aliança com seu povo, sendo fiel para cumprir suas promessas.
Quanto ao batismo somos aspercionistas, ou seja, aplicamos água sobre a cabeça dos fiéis, tanto adultos como crianças sob sua guarda, em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo. Para nós, a água é símbolo visível da graça invisível operada no fiel.
Quanto ao conceito de Igreja, reconhecemo-nos como imperfeitos, no dizer de Lutero: “simul justus et peccator” (ao mesmo tempo justo e pecador). Imperfeitos, mas nunca conformados com nosso pecado. Por isto assumimos como necessidade o moto da Reforma Protestante: “Ecclesia reformata et semper reformanda est” (Igreja Reforma e sempre se reformando). Nesta dinâmica, sabemos que a igreja una, católica, bíblica e fiel testemunha de Jesus neste mundo, sendo-lhe sal e luz, sofrerá por causa do amor a Cristo e terá na sarça ardente (Êxodo 3.3) o estigma de nossa missão: NEC TAMEN CONSUMEBATUR (arde mas não se consome)!!
Quanto à hermenêutica, assumimos a interpretação bíblica sustentada no método histórico-gramatical, ou seja, cada livro da Bíblia deve ser estudo à luz do seu momento histórico e de acordo com a estrutura gramatical do idioma em que foi escrito (grego, hebraico, aramaico). Razão por que os pastores da IPB são ordenados após concluírem o Bacharelado em Teologia num de seus seminários, onde aprenderão este método de interpretação.
SISTEMA DE GOVERNO
A IPB é conciliar. Com isto queremos dizer que a Igreja Presbiteriana funciona mediante concílios. Concílio “é uma assembléia constituída de pastores e presbíteros.”[6] Os concílios da IPB são: Conselho da Igreja local, Presbitério, Sínodo e Supremo Concílio, todos ligados em interdependência. As partes dependem do todo.
A IPB é representativa. Todos seus concílios são formados por homens eleitos para representá-los e neles agir. Sem processo eleitoral democrático não há representação legítima. Toda representação parte da Assembléia da Igreja local.
A IPB é confessional. A fé objetiva que professamos é a mesma confessada na Bíblia Sagrada, na Confissão de Fé de Westminster (1646) e seus catecismos. Este padrão doutrinário forma o que chamamos Símbolos de Fé.
A IPB é organizada. Somos, também, uma instituição humana, que reconhece o Magistrado e as autoridades constituídas como Ministros de Deus e dignos de respeito (Rm 13.1-7). Temos uma Constituição, Manual de Culto, Princípios de Liturgia, e Código de Disciplina. São manuais humanos pelos quais nos ordenamos como instituição civil, legalmente constituída no Brasil.
“A ignorância só interessa ao diabo”, costumava dizer Lutero. É impressionante o número de pessoas que estão na igreja presbiteriana sem conhecê-la, de fato, sem assumir seus referenciais, de verdade, sem dela cuidar, como Noiva. Assumindo a ignorância como bandeira, os tais tendem a ser manipuláveis pelo diabo, a quem interessa desestabilizar, desagregar e desanimar a Noiva, roubando-lhe o adorno.
A Confissão de Fé de Westminster, XXV.4, lembra-nos que a Igreja de Deus tem sido, no decorrer dos anos, ora mais ora menos visível. E que “as igrejas particulares, que são membros dela, são mais ou menos puras conforme nelas é, com mais ou menos pureza, ensinado e abraçado o Evangelho, administradas as ordenanças e celebrado o culto público.”
A IPB não é perfeita, porque você e eu não o somos. É reunião de pecadores perdoados por Cristo; e porque perdoados, submissos; protestantes, mas não rebeldes; livres e, por isto, ordeiros.
Rev. Gilmar Araújo Gomes
Secretário Presbiterial de Educação Religiosa/PSSE – 2008
[1] Para mais informações, ver os artigos “UMA HISTÓRIA DE FÉ POUCO CONTADA: Por ocasião dos 451 anos da França Antártica” e "O Caim das Américas, o Algoz de São Vicente e os Mártires da Guanabara" in: www.sergipano.blogspot.com
[2] Adão Carlos NASCIMENTO, O que todo presbiteriano inteligente deve saber, p. 15-22
[3] Alderi Souza de MATOS, Pensando e Repensando a Profissão de Fé, p.107.
[4] Pensando e Repensando a Profissão de Fé, p.107.
[5] Ver: John BENTON e John PEET, As doutrinas da Graça, (Ed. Cultura Cristã, 1998), 95p.
[6]Adão Carlos NASCIMENTO, A Razão da Nossa Fé, p. 37
[7] Gilmar A. GOMES A IPB e a Ética dos Juízes, in: www.sergipano.blogspot.com. Ver também a Constituição da IPB, art. 1º.
PARA SABER MAIS
BAWINK, Hermann. Teologia Sistemática, (Sta. Barbada D’Oeste-SP: SOCEP, 2001).
BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática, (São Paulo: Cultura Cristã, 2004).
CALVINO, João. Institutas da Religião Cristã, 4 vols., (São Paulo: Cultura Cristã).
MANUAL PRESBITERIANO, (São Paulo: Cultura Cristã).
NASCIMENTO, Adão Carlos e MATOS, Alderi Souza de. O Que Todo Presbiteriano Inteligente Deve Saber, (Sta. Barbada D’Oeste-SP: SOCEP, 2007), 208p.
NASCIMENTO, Adão Carlos. Pensando e Repensando a Profissão de Fé, (Sta. Barbada D’Oeste-SP: SOCEP, 2004), 191 p.
___________. A Razão da Nossa Fé, (São Paulo: Cultura Cristã, 2000), 48 p.
Quem Somos – Doutrina. in: http://www.ipb.org.br/institucional.php3?idins=56
Eu, presbiteriano. Por quê? in: http://www.ipvalparaiso.org/artigo07.htm
www.ipb.org.br
Editora Cultura Cristã (Casa Editora Presbiteriana) (11) 3207-7099 / 0800-14-1963 www.cep.org.br
Editora SOCEP (19) 3464-9000 www.socep.com